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Foto: Reprodução

O que é uma Smart City?

Uma CIDADE INTELIGENTE tem como objetivo alcançar sustentabilidade, segurança e qualidade de vida, reduzindo os custos de quem mora nela.

A ideia é selecionar os produtos e conceitos inteligentes (SMART) disponíveis atualmente no mundo, para integrá-los na construção de uma cidade com cerca de 25.000 habitantes.

Demonstrar como a inovação tecnológica, já aplicada em áreas urbanas, torna a vida das pessoas, que vivem em cidades ou bairros inteligentes (SMART), mais econômica comparada com bairros tradicionais, bem como mais sustentável e socialmente inclusiva.

Um protótipo de cidade para população de baixa renda

Aprimeira cidade inteligente social do mundo está sendo construída em Croatá, distrito do município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará e atenderá região com forte déficit habitacional e de outros serviços. A cidade poderá abrigar até 25 mil habitantes em 330 hectares. A primeira fase do projeto (à esquerda, no mapa abaixo) está em construção e com 80% dos lotes vendidos. Deve ficar pronta em dezembro de 2017. O projeto terá cinco fases.

São Gonçalo do Amarante, que fica a cerca de 300 km de Fortaleza, foi apontado há quatro anos, em uma reportagem da revista The Economist, como um dos 10 municípios do mundo com mais potencial de desenvolvimento. Croatá faz parte de uma região valorizada por causa do crescimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, previsto para se tornar, até 2025, o segundo porto em movimentação de cargas, depois do porto de Santos.

Será o primeiro protótipo de cidade inteligente para população de baixa renda do mundo. Lotes residenciais têm um tamanho padrão de 150 m2 e custam R$ 21.000,00 à vista ou, em várias opções de parcelamento. Uma delas, em 120 meses, com valor total de R$ 27.600,00. A correção é feita pelo INCC e, após a entrega, pelo IGPM + 0,75% ao mês. Veja tabela com todas as opções. Mais informações: (85) 3025-0909 (escritório em Fortaleza).

Também há a possibilidade de comprar a casa pronta. Os preços serão similares aos da faixa 2 do programa “Minha Casa, Minha Vida”, entre 99 mil e 145 mil reais, com tamanhos entre 45 e 65 m².

A nova cidade, de baixo custo social e ecologicamente sustentável, se chama Croatá Laguna Ecopark e é uma iniciativa conjunta de duas organizações italianas, Planet Idea e SocialFare - Centro para Inovação Social que utilizam capital próprio para desenvolver o complexo residencial, comercial e industrial imerso em tecnologia da StarTAU, Centro de Empreendedorismo da Universidade de Tel Aviv.

As três empresas israelenses são Magos, fabricante de radares para segurança, GreenIQ​­, sistema que controla a irrigação com base na previsão do tempo, economizando até 50% de água, e Pixtier, plataforma em nuvem que fornece mapas em 3D, permitindo planejamento e gerenciamento eficientes das cidades. Leia mais sobre a participação dos israelenses.

Ao total, o complexo formado pelo Laguna Residencial e Industrial Ecopark terá 6,3 mil lotes. Nele o habitante estará imerso num sistema social integrado, com sinal wi-fi liberado, aplicativos específicos para serviços de transporte alternativo, compartilhamento de bicicletas e motos, pagamentos via smartphone, além de reaproveitamento das águas residuais, controle computadorizado da iluminação pública e praças dotadas de equipamentos esportivos que geram energia. A tecnologia também oferecerá ajuda para desenvolver programas sociais, como cursos de prevenção médica, nutrição, alfabetização digital e hortas compartilhadas.

Os seis pilares da cidade inteligente social são: planejamento urbano e organização, arquitetura além das regras tradicionais da habitação social, tecnologia dedicada, mobilidade inteligente, vida comunitária, energia limpa.

Um artigo montado com informações da CONIB e site oficial da Smart City Laguna: http://smartcitylaguna.com.br/
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Você já imaginou como seira um Brasil Monárquico?
Governado sob o mesmo sistema político de países como Noruega, Suécia, Austrália e Canadá?

Foto: Reprodução
Oextinto modelo de governo brasileiro, extirpado do território nacional após o golpe militar de 1889, voltou a ganhar força nas últimas décadas, e a cada dia que passa, a ideia de Monarquia Constitucional ganha ainda mais força no Brasil. O crescimento Monarquista no país deu-se principalmente após os resultados da crise política que se instalou nos últimos anos, o que resultou em uma instabilidade crescente que trouxe graves índices de inflação, desemprego, e desconfiança por parte da população ante aos governantes do país, já que a grande maioria entre parlamentares, foi pega em esquemas milionários de corrupção principalmente após o advento da Operação Lava Jato entre outras.

Na nova Monarquia, Dom Luís I seria
o Imperador do Brasil.
Os monarquistas brasileiros argumentam que após o Golpe Militar de 1889, o Brasil sofreu uma desastrosa degradação política, deixando um rastro republicano de instabilidade democrática, pobreza e corrupção; presidentes eleitos que foram depostos, um novo golpe militar em 1964, impeachments e mortes sem explicação foram alguns dos caminhos mais negros trilhados pela tão encruada república do Brasil.

A ideia de Emenda Constitucional

Além do trabalho no âmbito social e presença até no cenário político, o movimento monarquista sugeriu no Portal e-cidadania uma Ideia Legislativa que está em processo de busca de apoios. Se atingir o número de apoios necessários, a ideia de Monarquia Constitucional no Brasil será discutida pelos Senadores. Você pode conferir a ideia na íntegra Clicando Aqui.
Dom Luís Gastão de Orleans e Bragança é tri-neto do imperador Dom Pedro II por parte de pai e bisneto do último Rei da Baviera Luís III, por parte de mãe.
A PEC 1822 é apenas mais um dos inúmeros passos do movimento monarquista no país. Outra grande ocasião que tomou proporção nacional, foi a presença do movimento nos protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma, onde até membros da família real brasileira marcaram presença nos protestos do Rio de Janeiro.

Saiba mais: http://exame.abril.com.br/brasil/manifestantes-pediram-volta-da-monarquia-em-protestos/

Ao centro, D. Antônio de Orleans e Bragança, tri-neto do imperador Dom Pedro II e terceiro na linha sucessória ao trono
O movimento ainda atesta a causa e os benefícios que uma Monarquia Constitucional poderia trazer ao Brasil, "já que as brechas presentes no modelo republicano que dão certa "legalidade" à corrupção através da impunidade seriam completamente aparadas pelo modelo de governo monárquico" atesta um dos apoiadores do movimento. "Países como a Noruega e Canadá gozam de uma democracia e estabilidade política como poucos, e no Brasil não seria diferente, já que as Clausulas Pétreas da Constituição que garantem o pluralismo político, a independência dos três poderes e os direitos individuais não seriam só mantidas mas também melhores resguardadas" completa.
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É só começar a dieta que muita gente não hesita em encher o carrinho de compras com produtos light. Só para ter uma ideia do peso dessa turma no cardápio dos brasileiros, um levantamento feito pela Indústria Brasileira de Alimentos Dietéticos (Abiad) mostrou que esses produtos estão presentes em mais de 35% dos lares da população. A grande preferência por eles está relacionada à ideia de que eles aumentam as chances de perder peso ao fazer dieta para emagrecer. É aí que muita gente erra a mão, ignorando até mesmo as quantidades das porções. Os "lights" também têm calorias e, quando ingeridos em excesso, contribuem tanto quanto a versão convencional para o ganho de peso. Conversamos com as nutricionistas Camila Abreu e Ana Paula Souza que esclarecem as dúvidas a respeito desses alimentos.

É light ou diet?

Os termos ainda confundem, mas a diferença entre os dois é grande. Entretanto, diet é aquele produto que indica em sua embalagem a ausência total de algum nutriente ou ingrediente, que pode ser o açúcar, o sal, a gordura, a lactose, entre outros. Segundo a nutricionista Camila Abreu, a escolha do "diet" deve variar conforme a necessidade de cada pessoa. "Produtos específicos para diabéticos devem ser totalmente isentos de açúcar, por exemplo. Para pessoas com problemas cardiovasculares, a restrição deve ser de gordura e assim por diante", completa a profissional. Já os alimentos classificados como "light" têm uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado elemento de sua composição em relação ao alimento tradicional. "São aqueles com baixo teor de componentes - sódio, açúcares, gorduras, colesterol - e/ou calorias, ou seja, não são isentos totalmente como os diet", explica Camila.

Fonte: MSN
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Oano passou em um piscar de olhos e, em menos de dois meses, já estaremos celebrando o réveillon de 2017. Por isso, está na hora de planejar as viagens de final de ano e de férias coletivas. No Brasil, o que não falta é opção para celebrar a virada de ano e, o melhor: fugir do dólar alto. O Guichê Virtual selecionou os melhores destinos para o réveillon de 2017 no Brasil, que estão somente esperando a sua visita.

1) Fortaleza (CE)

A capital do Ceará está entre as três cidades que melhor promovem festas de Réveillon no Brasil. Isso porque Fortaleza reúne muitos atrativos: boa infraestrutura, belíssimas praias e uma grande diversidade de festas para curtir o Ano Novo. Em 2016, a queima de fogos do réveillon em Fortaleza durou cerca de 15 minutos e reuniu mais de 1 milhão de pessoas. A principal festa acontece na Praia de Iracema, onde é instalada uma estrutura com palco, banheiros e segurança. É ali, a beira-mar, que acontecem shows com consagrados artistas brasileiros e um espetáculo de fogos de artifícios.

2) Balneário Camboriú (SC)

Se você procura por um lugar no Sul do país para passar a virada do ano, considere Balneário Camboriú. Não é à toa que a cidade figura entre os melhores destinos para o Réveillon de 2017. As belezas naturais e a ótima infraestrutura da cidade atrai cerca de 1 milhão de viajantes na alta temporada. A comemoração oficial da chegada do ano novo acontece na Praia Central, com uma bela queima de fogos ao longo de seus 7 km de extensão. Apesar do clima de agitação, o lugar recebe muitas famílias e há ainda atividades para crianças, como o Parque Unipraias.

3) Salvador (BA)

Impossível não incluir Salvador entre os melhores destinos para o Réveillon de 2017. A cidade é conhecida por realizar o segundo maior réveillon do Brasil, ficando atrás somente do de Copacabana, no Rio de Janeiro. Se você procura agito, este é o lugar! A secretaria de turismo da cidade anunciou mais de 15 atrações musicais para comemorar a chegada de 2017, entre eles: Ivete Sangalo, Luan Santana, Anitta, Jorge e Mateus, O Rappa e Natiruts. Os shows gratuitos do Réveillon 2017 em Salvador são gratuitos e acontecem do dia 28 de dezembro até o dia 1 de janeiro na Praça Cayru, no bairro Comércio.

4) São Paulo (SP)

Quem fica na capital paulista também tem a noite de réveillon garantida. A avenida Paulista vira palco de uma festa que todo ano recebe grandes nomes da música brasileira. As comemorações começam às 20h e terminam apenas na manhã do dia primeiro de janeiro. Há ainda um espetáculo de queima de fogos com 15 minutos de duração. É uma boa opção para quem deseja gastar quase nada no Ano Ano, já que todas as atrações são gratuitas.

5) Trancoso (BA)

Certamente é em Trancoso que acontece um das comemorações de réveillon mais badaladas do Brasil. Esse paraíso brasileira fica logo ao lado de Arraial D’Ajuda e possui uma vila muito charmosa, além de praias com um mar belíssimo de águas verdes. É considerado um dos melhores destinos para o réveillon de 2017, pois tem festas consagradas como a do Café de La Musique e a tradicional festa na praia do Taípe, ao som de DJs que garantem boa música até o sol nascer.

6) Guarapari (ES)


Esse é um daqueles destinos que surpreendem e que fogem do óbvio. Talvez você não tenha cogitado viajar para Guarapari no réveillon, mas a cidade tem uma festa de Ano Novo bem animada. A maior comemoração na noite da virada acontece na Praia do Morro, onde a queima de fogos deixa o céu mais colorido durante 12 minutos. Ainda que mais tímidas, há também queima de fogos nas outras 29 praias de Guarapari. Entre as festas particulares mais procuradas da cidade, destaca-se a Réveillon Privilège no Iate Clube Siribeira.

7) Florianópolis (SC)

O que você pode esperar do réveillon em Floripa? Lugares paradisíacos e muita curtição nas diversas festas de Ano Novo que são oferecidas na cidade. Não é para menos que Florianópolis é considerada um dos melhores destinos para os solteiros. Há shows de grandes artistas, opções de festas em barcos e a queima de fogos em diversas praias da cidade. Entre as tradicionais baladas estão a Réveillon Jurerê 2017 e Réveillon Mágico de Floripa 2017.

8) Ilhabela (SP)

Outra ilha para curtir a noite de réveillon é a Ilhabela. Além de ter um centrinho charmoso com restaurantes para todos os gostos, a cidade tem lindas praias e cachoeiras. No final de ano, a Ilhabela recebe turistas de todo o país, que procuram sossego e boa gastronomia, mas, principalmente, badalação. Além da queima de fogos que acontece nas praias, a festa mais famosa do Réveillon de Ilhabela é no DPNY Beach Hotel, que foi considerado recentemente o melhor hotel de praia da América do Sul. Outro destaque é a festa que acontece na Mansão Praia da Feiticeira, com DJs de música eletrônica e serviço open bar a madrugada toda.

9) Recife (PE)


O réveillon do Recife é um dos mais procurados do Brasil. A festa é tão animada na virada de ano, que chega a ser considerada uma prévia do carnaval de Pernambuco. A prefeitura realiza shows musicais com entrada gratuita e uma pomposa queima de fogos na orla da praia de Boa Viagem. Há ainda como opção ao viajante festas privadas, que acontecem em clubes, casas de eventos e em grandes hotéis da cidade. Alguns dos destaques são o Réveillon Infinito e o Réveillon Parador. Os ingressos para essas e outras festas de final de ano no Recife podem ser adquiridos aqui.

10) Rio de Janeiro (RJ)

A Cidade Maravilhosa não poderia ficar de fora de uma lista com os melhores destinos para o réveillon. Anualmente, mais de 2 milhões de pessoas de todo canto do mundo se reúnem nas areias de Copacabana para celebrar a virada do ano. Considerada a maior festa a céu aberto do mundo, o réveillon de Copacabana combina um espetáculo de fogos de artifício com shows de grandes artistas populares. O clima é de emoção e muita alegria, entretanto esteja preparado: o lugar fica lotado, ou seja, esteja com um roupa confortável e seja paciente.

texto: TRIBUNA DA BAHIA
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O corpo humano é munido de vários mecanismos que visam barrar agentes que podem fazer mal ao organismo ou mesmo ameaçar a vida. Algumas dessas estratégias são bem conhecidas, como a febre e o aumento de gânglios no pescoço, mas outras – que acontecem com muito mais frequência – a gente nem imagina que estão relacionadas a uma forma de proteção.

1. Bocejo
O ato de abrir a boca quando se está cansado não serve apenas para alertar o corpo que é preciso diminuir o ritmo. Ele também ajuda a cabeça a funcionar em pleno vapor – pelo menos segundo uma pesquisa de 2014 conduzida por austríacos e americanos. Eles constataram que o bocejo resfria o cérebro após a massa cinzenta sofrer uma elevação da temperatura – causada, entre outras coisas, pelo cansaço e pelo sono.

2. Espirro

O forte jato de ar que sai pelo nariz e a boca nada mais é do que o nosso corpo tentando expulsar vírus e bactérias que podem causar doenças ou mesmo partículas que provocam reações alérgicas. Ao detectar a presença desses invasores, o organismo logo se mobiliza para mandá-los embora.

3. Alongamento

Espreguiçar-se funciona como uma forma de preparo para as atividades que vamos encarar ao longo do dia. Além disso, o alongamento ativa os músculos, ajuda na circulação sanguínea e contribui para o bom humor.

4. Mioclonia noturna

Esse nome complicado nada mais é do que aquela contração muscular involuntária que às vezes sentimos quanto estamos prestes a cair no sono, sabe? Ela pode se dar por vários motivos, mas um deles é que, ao adormecer, a nossa frequência respiratória cai rapidamente, ao contrário do batimento cardíaco, que diminui aos poucos. O cérebro interpreta isso como um sinal de morte e, para impedir que ela aconteça, contrai os músculos para dar uma sacudida no corpo.

5. Pele dos dedos enrugada

Basta passar um dia inteiro nadando na piscina ou no mar para a pele das pontas dos dedos ficar parecida com uma uva-passa. Pois fique sabendo que esse fenômeno tem uma explicação – e é pelo seu bem. Quando permanecemos por muito tempo em um lugar úmido, o corpo entende que o ambiente pode ser escorregadio. Daí a pele da mão enruga para que possamos segurar com mais firmeza em superfícies lisas.

6.  Arrepios

Quando a pele fica cheia de bolinhas o objetivo é reduzir a perda de calor e contribuir para que a temperatura corporal se mantenha estável e a nossa saúde, preservada.

7. Choro

As lágrimas lubrificam os olhos, mas também servem como uma espécie de defesa emocional. Em situações estressantes, produzir esse líquido seria uma forma de distrair a pessoa daquilo que a está perturbando.

Fonte: MSN

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Quantos filmes retratam o fim do mundo? Inúmeros. Podemos dizer o mesmo de quadrinhos, livros, séries, quadros e vários tipos de arte. A humanidade tem uma obsessão em retratar o próprio fim. Porém, Stephen Hawking, físico célebre que não exige introduções, não está fugindo desse barco e praticamente definiu um limite para existirmos no planeta Terra: 1 mil anos.

Durante um evento na Oxford Union, antes de comentar sobre o derradeiro fim, Hawking disse que "o fato de que nós, humanos, que somos partículas meramente fundamentais na natureza, pudemos chegar tão perto de compreender as leis que nos governam e o universo é certamente um triunfo".

Sobre as últimas décadas, o físico de 74 anos disse este é "um tempo glorioso para estar vivo e realizar pesquisas em física teórica (...) Talvez, um dia sejamos capazes de usar as ondas gravitacionais para olhar diretamente no coração do Big Bang".

"Mas nós precisamos continuar indo ao espaço para o futuro da humanidade. Eu não acho que sobreviveremos mais 1 mil anos sem escapar e ir além de nosso frágil planeta", definiu Hawking.

Segundo o professor, os próximos 100 anos serão os preocupantes, porque devem definir as nossas atitudes "espaciais" — e ele ainda não acredita que teremos colônias em Marte antes disso. Ainda, atualmente, Hawking acredita que devemos ter mais medo do capitalismo do que de robôs.

Antes de ir embora, após jogar esse "pensamento bomba", Stephen Hawking disse que ainda assim é preciso "se lembrar de olhar para as estrelas e não para baixo dos pés". "Tente dar sentido ao que você vê, pergunte sobre o que faz o universo existir. Seja curioso. No mais difícil que a vida possa parecer, sempre há algo que você pode fazer e ter sucesso. O mais importante é que você não desista".
1000 anos e contando
Fonte: Tecmundo
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PONTES QUE LIGAM A LUGAR NENHUM SÃO MAIS DO QUE COMUNS PELOS PAÍS
Pintar o meio-fio das calçadas, capinar as praças e tapar buracos em ruas e avenidas. Obras como essas povoam as cidades brasileiras, grandes e pequenas, em ano eleitoral. Em 2012, o prefeito de uma delas, a pequena Caririaçu, no interior do Ceará, achou que seria uma boa ideia deixar-se fotografar cortando as fitas de entrega de um orelhão na zona rural do município. A imagem rodou a internet e o prefeito decidiu acusar a oposição de tentar difamá-lo. Ao contrário desta cena, no entanto, outras centenas de obras inúteis pelo país geram não apenas risadas ou boas histórias, mas prejuízos milionários.

Pontes que ligam o nada a lugar nenhum são mais do que comuns por todo o país. Obras mal planejadas, mal executadas ou mesmo completamente desnecessárias dominam a paisagem tanto das grandes capitais, quanto do interior. Em uma delas, em Cuiabá, a segunda obra de mobilidade mais cara da Copa do Mundo, um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ainda em construção, foi planejada para ter 23 quilômetros – o que, já considerando as composições reservas, demandaria 32 composições. Durante a licitação, porém, o governo decidiu comprar 40, deixando 8 delas, com 56 vagões, inutilizadas. O prejuízo? R$ 120 milhões.

Para fiscalizar estas obras e zelar pelo patrimônio público contamos com um batalhão de auditores fiscais, contadores e outros funcionários gabaritados que integram órgãos como o Tribunal de Contas da União. Em 2015, apenas para manter os 27 TCE’s (Tribunal de Contas dos Estados) e o TCU, investimos R$ 10,8 bilhões. Em resumo: para cada R$ 7 investidos pelo poder público, gastamos R$ 1 para fiscalizar e punir. E o valor ainda é insuficiente. Foi também somente em 2015 que o Supremo Tribunal Federal entendeu que o TCU poderia julgar e punir quem desvia dinheiro público, sejam eles funcionários públicos ou não.

Sem controle e com uma fiscalização insuficiente, obras das mais variadas se espalham pelo país ignorando princípios básicos de planejamento. De norte a sul, não é raro encontrar projetos parados há décadas, ou mesmo obras construídas que possuem pouca ou nenhuma utilidade. Para impedir casos como os do estádio Arena do Amazonas, cujo campeonato estadual possui público incomparavelmente inferior à capacidade do estádio erguido para a Copa, tramita no Congresso Nacional o PLS 739, que passaria a demandar “viabilidade econômica” e “demonstrativo de utilidade” de obras públicas. O projeto se encontra parado, como tantas obras país afora.

Como exemplos nunca faltam, listamos abaixo 10 obras cujo prejuízo e os motivos que as fizeram ser construídas vão fazer você rever sua fé nas administrações públicas do país.

1. O Parque eólico que caiu com o vento (prejuízo de R$ 300 milhões)

Um dos maiores complexos de energia eólica do país, o Cerro Chato, que se divide em mais de 7 parques com dezenas de aerogeradores no Rio Grande do Sul, foi palco no final de 2014 de uma cena inusitada. Construído para gerar energia a partir do vento, com um custo estimado em R$ 300 milhões (na maior parte recursos da Eletrosul, subsidiária da Eletrobrás na região sul), o parque teve 8 torres derrubadas e até 27 aerogeradores afetados por uma ventania.

A estatal realizou o investimento contratando a argentina Impsa, fabricante dos aerogeradores, para operar o parque. A empresa também ficou responsável pela manutenção deles (que funcionam em regime de caixa-preta, ou seja, apenas a fabricante pode operá-los). Meses após construído o parque, a empresa argentina pediu falência no Brasil, abandonado as obras à própria sorte.

O temporal que atingiu Santana do Livramento, a localidade onde se encontram os parques, não é incomum para a região. Ainda sem explicar a razão, a Eletrosul buscou com a agência reguladora do setor elétrico, a ANEEL, a troca do conjunto de torres (que juntas gerariam 54 Mw de energia). A agência, no entanto, negou a substituição, colaborando para que todo o investimento se perdesse literalmente ao vento.

Trata-se do maior incidente com parques eólicos no mundo. De longe superando o segundo colocado, uma queda de 3 torres no norte europeu. Mais uma conquista para a administração pública brasileira.

2. Os parques eólicos que até geram energia, mas ninguém pode consumir (prejuízo de R$ 4 bilhões)

Com quase 166 parques eólicos construídos até 2015, o Brasil é um dos países que mais investe em energia eólica no mundo. Apenas em 2016 serão R$ 26 bilhões, suficientes para construir quase 5 mil MW, ou 1/3 da energia gerada pela usina de Itaipú.

Para gerenciar e coordenar tudo isso, o governo tem se empenhado em ampliar o poder da ANEEL, a agência reguladora do setor elétrico. Cabe à ANEEL, por exemplo, licitar a oferta de novas geradoras de energia, além de contratar a execução de obras como linhas de transmissão.

E é justamente nesta segunda parte que mora o problema. Segundo o TCU, o atraso médio na construção de usinas é de 10 meses, em 88% dos casos, contra 14 meses de atraso médio nas linhas de transmissão. Dos 166 parques, 34 não possuíam as linhas necessárias para escoar a produção de energia em 2015.

Como venderam a energia independente da entrega, as geradoras recebem por parte das distribuidoras o valor cheio, ainda que elas não repassem a energia. A conta claro, fica para os pagadores de impostos. Só em 2014 o prejuízo do setor no Nordeste foi de R$ 283 milhões. Somando todos os casos em que tais erros ocorreram, o TCU chegou ao valor de R$ 4 bilhões.

3. A dragagem do porto que nunca foi usada por falta de autorização (prejuízo de R$ 196 milhões)

Aprofundar o calado do porto de Rio Grande era parte das obras incluídas no PAC, ainda em 2009. Segundo o projeto, o canal do porto deveria ser aprofundado de 14 para 16 metros, em uma obra orçada em R$ 196 milhões. Com a obra, os navios que atracassem no quarto maior porto do país, por onde escoam 90% das exportações gaúchas (o terceiro maior exportador do país), poderiam levar 20 mil toneladas a mais por viagem.

A obra foi realizada pela empreiteira Odebrecht e pela belga Jan De Nul, e ficou pronta em um ano, mas desde então jamais foi de fato utilizada. O motivo? A Marinha, responsável pela segurança dos navios, jamais homologou a obra, e portanto os navios nunca a utilizaram.

O governo está agora encaminhando uma nova dragagem no porto. Desta vez ao custo de R$ 387 milhões.

4. A obra para captar água de um rio seco (prejuízo de R$ 29 milhões)

Feita no conjunto de obras para combater a seca na represa do Cantareira, a transposição do Guaió deveria levar até mil litros de água por segundo até a represa do Taiaçupeba, em Suzano, na grande São Paulo, em uma obra que deveria em tese beneficiar até 300 mil famílias.

Quase dois meses depois de concluída a obra, porém, o rio Guaió continuava sem poder entregar a vazão prometida pelo governo paulista de Geraldo Alckmin durante o processo de inauguração da adutora. A razão? Ele estava seco.

Segundo apurou o jornal O Estado de São Paulo, em períodos de estiagem, como aqueles em que a obra deveria operar, a vazão total permitida pelo rio sequer chega à metade do valor prometido.

5. O papódromo feito para ser utilizado apenas uma vez, na visita de João Paulo II (prejuízo de R$ 30 milhões)

A visita do papa João Paulo II ao país no início dos anos 90 foi a segunda e mais duradoura estadia do papa no Brasil. Durante 9 dias, o papa percorreu 10 capitais brasileiras, de norte a sul. Em uma delas, Maceió, acabou discursando para dezenas de milhares de pessoas, em uma estrutura montada especialmente para sua visita.

O espaço cultural João Paulo II, erguido com uma estrutura metálica e vidros blindados, tinha por objetivo garantir conforto ao papa e aos fiéis que o acompanhavam. Após a passagem do líder máximo da Igreja Católica pela capital alagoana, porém, o espaço foi abandonado, como encontra-se até hoje. O custo da obra? R$ 30 milhões (em valores atualizados). E não foi pra conta do papa.

6. A ponte que ninguém pode cruzar por falta de autorização (prejuízo de R$ 118 milhões)

Iniciada sua construção ainda nos anos 90, pelos presidentes do Brasil e da França (Fernando Henrique Cardoso e Jacques Chirrac), a ponte que liga o Brasil à Guiana Francesa, oficialmente parte do território francês, deveria ser um símbolo de integração entre os dois países.

Sua conclusão, porém, aconteceu apenas em 2012, 15 anos após a primeira conversa entre os dois presidentes. Mas não se engane. Apesar de concluída, a ponte nunca foi aberta. A razão? Faltam documentos que atestem a conclusão.

O custo de R$ 118 milhões é equivalente à metade de toda a economia do município de Oiapoque. O motivo de preocupação para os moradores, porém, é outro. Cerca de 200 famílias da região vivem do transporte com o município fronteiriço de Saint George, na Guiana. Ninguém pode atravessar a ponte enquanto os papeis não chegam.

7. O pier que não pode receber navios (prejuízo de R$ 72 milhões)

A ponte Newton Navarro é um dos maiores símbolos de Natal. Com 55 metros de altura e mais de 2 km de extensão, a ponte tornou-se um cartão postal da capital potiguar. Para receber turistas com maior conforto, a cidade inaugurou recentemente um pier turístico, ao custo de R$ 72 milhões. Só há um problema: os navios de cruzeiro que deveriam desembarcar no pier, não conseguem passar por debaixo da ponte.

Achou bizarro? A altura média de 65 metros dos navios que circulam pela costa brasileira, não é o único problema do turismo na cidade. Para o Secretário de Turismo, navios de cruzeiro são inúteis, pois não pagam ICMS e ISS, além de não gerar empregos como os hotéis da cidade (uma declaração que seria apenas estúpida caso não fosse também oportunista – o próprio secretário é dono de um hotel em Natal).

8. As pontes que ligam o nada a lugar nenhum (prejuízo incalculável)

A ponte sobre o rio Água Fria, em Medeiros Neto, no sul da Bahia, deveria desviar o trafego pesado de caminhões do município, garantindo uma passagem mais rápida para as rodovias estaduais da região. Quase R$ 2,3 milhões depois, a prefeitura percebeu que para completar a obra teria de construir cabeceiras que demandariam o desalojamento de quase 40 famílias, algo que demandaria muito dinheiro e inviabilizaria o projeto.

Sem poder concluir o processo, a prefeitura abandonou a obra, que agora paira sobre o rio, sem qualquer possibilidade de acesso.

Como esta, existem outras dezenas de pontes espalhadas por todo o país. A ponte de Tutóia, no Maranhão, é dos nossos casos mais peculiares. Segundo a Polícia Federal apurou durante a operação Navalha, a empreiteira Gautama, junto com políticos locais, teriam apresentado um projeto falso de construção da ponte apenas para repartir o dinheiro público. Após denúncias ao tribunal de contas, no entanto, a empreiteira acabou sendo forçada a construir a ponte – e acabou por fazê-la sem qualquer preocupação com utilidade. O resultado é uma ponte abandonada no meio do nada, em um município cujo pib per capita é de R$ 2,5 mil, ou 10% do nacional.

9. A ponte por onde não passa água (prejuízo de R$ 10 milhões)

Antes mesmo de tornar-se nacionalmente conhecida pelo vazamento de áudios da operação Lava Jato, Maricá, tão querida pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, já havia circulado pela internet por conta de uma obra pouco usual lançada na cidade.

Margeando a praia, a prefeitura decidiu construir uma estrada – e para complementar, decidiu fazer uma ponte. O problema do projeto, que contou até com um show de inauguração do cantor Dudu Nobre (ao custo de R$ 200 mil), foi que, ao contrário de outras pontes, nesta não havia um fiapo d’água que passasse por baixo. Para arrumar o problema, e evitar que a obra se tornasse um desnecessário viaduto, a prefeitura decidiu abrir um canal pelo qual a água do mar pudesse entrar.

Concluído o disfarce e quase três anos de obras depois, a prefeitura inaugurou o projeto (contratando novamente Dudu Nobre, desta vez por R$ 350 mil, além da bateria da Grande Rio, que havia recebido uma singela contribuição de R$ 3 milhões da prefeitura para o seu carnaval).

Segundo ambientalistas, caso permaneça aberto, o canal pode se tornar um crime ambiental, terminando por secar todo o sistema lagunar.

Para a prefeitura, a ponte faz parte de um projeto de saneamento para a região. Sobre os shows de inauguração e os R$ 3 milhões doados a escola de samba, ela decidiu não se pronunciar.

10. A estatal brasileira de chips que levou 12 anos para produzir chips (prejuízo de R$ 670 milhões)

Com mais de 55 estatais criadas apenas nos governos dos últimos três presidentes, incluindo aí empresas como a estatal que deveria cuidar do trem-bala, uma fábrica de camisinhas criada para agregar valor ao látex produzido no Acre e uma estatal para explorar o pré-sal, descobrir o que faz cada uma das 125 estatais brasileiras é um desafio e tanto.

Criada em 2000, a estatal brasileira de chips (também conhecida como CEITEC) faz parte de um plano para reduzir os custos do país com a importação de semicondutores. Com R$ 670 milhões investidos desde então, a empresa investe na aquisição de equipamentos e contratação de pessoal – são 195 funcionários (53 deles com mestrado).

O resultado da empresa, porém, tem sido decepcionante. Desde que começou a faturar em 2012 – ou seja, 12 anos após sua construção – a empresa ainda não ultrapassou a barreira de R$ 6 milhões em faturamento – leia-se: ainda é considerada uma empresa de pequeno porte.

Dentre os produtos desenvolvidos pela estatal se encontra o “chip do boi”, que em tese deveria ajudar a registrar o rebanho bovino brasileiro, algo até agora sem grande sucesso.

Com R$ 31,2 milhões de prejuízo apenas em 2015, a privatização ou uma parceira público privada já foram temas do futuro da estatal. Com o PcdoB no comando do Ministério de Ciência e Tecnologia, a questão havia sido descartada. A privatização agora volta à pauta.

Nunca fez tanto sentido dizer que o Brasil é o país da piada pronta.

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Alguns poucos sortudos tiverem as chance de ver um dos mais lindos fenômenos astronômicos do século. Após a série de luas de sangue, que ocorreram entre 2014 e 2015, a super lua veio para fechar o ano de 2016 com chave de ouro. Nova repetição do fenômeno só será possível em 2034 afirmam os astrônomos.

Para quem não pode contemplar a beleza da super lua, segue uma série com 25 imagens do fenômeno pelo mundo:

Fremantle, na Austrália
Filadélfia, nos EUA
Naypyitaw, na Birmânia
Londres, na Inglaterra
Cósmodromo de Beikonur, no Cazaquistão
Whittier, na Califórnia 
Manhattan, nos EUA
Hanói, no Vietinã
Redondo Beach, na Califórnia
Katmandu, no Nepal
Córdoba, na Espanha
Heho, na Birmânia
Sydney, na Austrália  
Glastonbury, na Inglaterra
Pequin, na China
Madrid, na Espanha
Pequin, na China
Nova Iorque, nos EUA
Hanau, na Alemanha
Londres, na Inglaterra
Sydney, na Austrália
Dakota do Norte, nos EUA
Baikonur, Cazaquistão
Boston, EUA
Washington, nos EUA