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O SSD (solid-state drive) é uma nova tecnologia de armazenamento considerada a evolução do disco rígido (HD). Ele não possui partes móveis e é construído em torno de um circuito integrado semicondutor, o qual é responsável pelo armazenamento, diferentemente dos sistemas magnéticos (como os HDs).

Mas o que isso representa na prática? Muita evolução em relação aos discos rígidos. Por exemplo, a eliminação das partes mecânicas reduz as vibrações e tornam os SSDs completamente silenciosos.

Outra vantagem é o tempo de acesso reduzido à memória flash presente nos SSDs em relação aos meios magnéticos e ópticos. O SSD também é mais resistente que os HDs comuns devido à ausência de partes mecânicas – um fator muito importante quando se trata de computadores portáteis.

O SSD ainda tem o peso menor em relação aos discos rígidos, mesmo os mais portáteis;  possui um consumo reduzido de energia; consegue trabalhar em ambientes mais quentes do que os HDs (cerca de 70°C); e, por fim, realiza leituras e gravações de forma mais rápida, com dispositivos apresentando 250 MB/s na gravação e 700 MB/s na leitura.

Mas nem tudo são flores para o SSD. Os pequenos velozes ainda custam muito caro, com valores muito superiores que o dos HDs. A capacidade de armazenamento também é uma desvantagem, pois é menor em relação aos discos rígidos. De qualquer forma, eles são vistos como a tecnologia do futuro, pois esses dois fatores negativos podem ser suprimidos com o tempo.

Obviamente, é apenas uma questão de tempo para que as empresas que estão investindo na tecnologia consigam baratear seus custos e reduzir os preços. Diversas companhias como IBM, Toshiba e OCZ trabalham para aprimorar a produção dos SSDs, e fica cada vez mais evidente que os HDs comuns estão com seus dias contados.

Fonte: Olhar Digital
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Já disponível em outros 14 países, a ideia da solução é que os usuários não tenham que se preocupar com senhas na hora de comprar

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A Mastercard  anunciou nesta terça-feira (29) o lançamento da tecnologia  Identitiy Check Mobile no Brasil e no México, permitindo que os usuários autentiquem pagamentos através da biometria – tanto pela impressão digital ou reconhecimento facial, feito através de uma selfie no smartphone.A tecnologia é válida apenas no pagamento de compras online. 

Já disponível em outros 14 países (Estados Unidos, Canadá, Áustria, Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Hungria, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido), a ideia da solução é que os usuários não tenham que se preocupar com senhas na hora de comprar, agilizando a compra.

Confira, no vídeo abaixo, como funciona o pagamento através da solução:






Fonte: Infomoney

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A Intel Security divulgou nesta quarta-feira, 30, seu relatório de previsões de ameaças para 2017, estudo que identifica as principais tendências, além de destacar os desafios mais difíceis a serem enfrentados pelo setor de segurança na web.

O documento foi elaborado com base nas opiniões de 31 líderes da companhia e faz previsões para que as empresas mantenham sua segurança reforçada.

Confira a lista completa das principais ameaças para 2017

1. Os ataques de ransomware devem reduzir e se mostrar menos eficazes a partir do segundo semestre do ano que vem.

2. Outro item que deve diminuir é a exploração de vulnerabilidades do Windows. "As ameaças que têm como alvo softwares de infraestrutura e softwares de virtualização vão aumentar", explica a Intel.

3. Entre os principais alvos dos criminosos estão hardware e firmware. Os especialistas explicam ainda que os invasores estarão cada vez mais capacitados.

4. Outra tendência para 2017 é o sequestro de drones. "Usando softwares em execução em laptops, os hackers farão tentativas de 'sequestro de drones' para diversas finalidades criminosas ou de hacktivismo", conta a empresa.

5. Os ataques móveis devem combinar bloqueio de dispositivos móveis com o roubo de credenciais.

6. Os malwares de Internet das Coisas vão criar pontos não autorizados de acesso às casas conectadas que poderão ficar anos sem ser detectados.

7. O aprendizado de máquina acelerará e pode deixar os ataques de engenharia social mais sofisticados.

8. Os anúncios falsos e curtidas compradas continuarão crescendo.

9. As guerras de publicidade se agravarão e as novas técnicas utilizadas pelos anunciantes para distribuir anúncios serão copiadas por hackers para aumentar a capacidade de distribuição de malware.

10. Questões de privacidade continuam em destaque no ano que vem, graças ao trabalho de hacktivistas.

11. O crime cibernético deve diminuir graças à colaboração entre o setor e a polícia.

12. O compartilhamento de informações sobre as ameaças também deve ajudar o segmento.

13. A espionagem cibernética deve se popularizar no setor privado e no submundo do crime, assim como já acontece entre os países.

14. Empresas dos setores de segurança física e cibernética vão trabalhar juntas para blindar produtos contra ameaças digitais.

"Para superar a engenhosidade dos nossos adversários, precisamos ir além da simples compreensão do panorama de ameaças para mudar a dinâmica entre invasores e defensores em seis áreas-chave: assimetria de informações, tornar os ataques mais caros, aumentar a visibilidade, identificar melhor a exploração de legitimidade, reforçar a proteção de dados descentralizados, bem como detectar e proteger ambientes sem agente”, explica Vincent Weafer, vice-presidente do McAfee Labs na Intel Security.

Fonte: Olhar Digital
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Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), hoje há 72 empresas no País no setor - conhecido como agtech ou agritech



Omundo das startups vive de ciclos: depois dos sites de comércio eletrônico, da digitalização de serviços como táxi e entrega de comida e das fintechs, agora é a vez do campo. Com ajuda de tecnologias como sensores inteligentes, Big Data e imagens de satélite, startups apostam que o agronegócio é a próxima bola da vez do empreendedorismo tecnológico no Brasil.

Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), hoje há 72 empresas no País no setor - conhecido como agtech ou agritech. A área teve crescimento de 70% em relação ao ano passado e a previsão da associação é que esse número triplique até o final de 2017. "O Brasil é uma potência do agronegócio.

Hoje, o agricultor é um cara high tech, mas ainda carente da inovação das startups", diz Maikon Schiessl, que coordena o comitê de Agtech da ABStartups.

Uma das empresas é a Agrosmart, que quer usar a tecnologia para melhorar a eficiência de irrigações - a promessa é economizar até 60% da água utilizada hoje.
Para isso, a empresa usa sensores inteligentes no meio das plantações, metereologia e imagens de satélite, explica Mariana de Vasconcelos, sócia-fundadora da companhia.

Filha de produtores de milho em Itajubá (MG), Mariana percebeu o potencial de sua ideia em setembro de 2014, durante a crise hídrica que abateu a região Sudeste.
"Sofremos muito, o ambiente atrapalha o resultado da lavoura", diz. De lá para cá, a empresa passou por dois processos de aceleração - do Startup Brasil e do Google - e recebeu US$ 1 milhão em investimentos do Fundo de Inovação Paulista, do governo estadual.

Hoje, a Agrosmart tem 15 pessoas - a maior parte fica em Campinas, escolhida pela proximidade com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), polo de pesquisas no setor. O custo de monitoramento varia de R$ 30 a R$ 300 por hectare e a empresa deve começar 2017 com 400 mil hectares monitorados.

Polos 
 A proximidade com a academia é um fator importante para agritechs: segundo a AB Startups, 53% das empresas do setor têm, entre seus membros, pelo menos um mestre ou doutor.
"Precisamos tirar a inovação das gavetas de artigos científicos e transformá-la em negócios", diz Mateus Mondin, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo.

Localizada em Piracicaba, a 164 km de São Paulo, a instituição quer formar um polo de inovação ao seu redor, reunindo empreendedores, investidores e produtores rurais.
"Queremos que a Esalq seja a Stanford para as startups do agronegócio", diz Mondin, A referência não é à toa: a instituição americana foi berço para grupos como Google, Instagram e Snapchat.

Além de gerar inovação, é importante fazê-la chegar ao campo: pensando nisso, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) criou em outubro o Agrihub, ponto de contato entre empresas, investidores e produtores rurais.
"Quero que o produtor consiga descobrir a tecnologia que pode ajudá-lo, encontrar um investidor para manter a startup viva em seu processo de pesquisa e fazer contato com instituições e governos", explica Heygler de Paula, diretor operacional do Agrihub. Entre as empresas que se associaram, estão a Agrosmart e a Agronow - esta última, liderada por Antonio Morelli, ex-pesquisador da USP.

Com ajuda de imagens de satélite, o sistema criado pela Agronow pode levantar dados agrícolas de uma propriedade específica em qualquer época. "Com um botão, sei quanto o agricultor produz, colhe e o potencial de produção que ele tem", diz Morelli, que criou a empresa em novembro de 2015.

Hoje, a empresa tem 280 clientes e 12 funcionários divididos em escritórios em São José dos Campos e na Argentina. Para ter acesso aos dados, o agricultor paga assinatura mensal - de R$ 19,90 por mês, com adicional de R$ 1 por hectare analisado.

A movimentação do setor não passa despercebida por grandes empresas (leia mais abaixo) e fundos de investimento. Conhecido por aportes em startups como Loggi e 99, o Monashees aplicou US$ 3 milhões na Strider em junho de 2016.

Fundada há três anos, a empresa tem hoje 50 funcionários, e monitora mais de 1,2 milhão de hectares nas Américas e na Austrália. Seu sistema combina imagens de satélite, colheita de dados no campo e análise de Big Data para mostrar para o agricultor, por exemplo, como melhorar seu controle de pragas.

Todos os dados podem ser visualizados por um aplicativo para celular ou em uma plataforma online. A empresa também sugere atividades que o agricultor pode fazer no dia seguinte para melhor controle da plantação.

Dificuldades 
Nem tudo são flores, porém, no mundo das agritechs. Uma das principais dificuldades é o timing dos negócios: para ser bem sucedida, toda startup precisa conseguir validar sua hipótese para resolver um problema.

No mundo agrícola, é preciso esperar um ou dois ciclos de safra - que podem durar de quatro meses até um ano - para saber se a tecnologia de fato funciona.

"O investidor que está acostumado com outros modelos de startup pode se assustar com o ritmo mais tranquilo das agritechs", diz Mondin, da Esalq. "Isso pode afastá-lo e manter as empresas por mais tempo em estágio inicial ". Para o docente, isso reduz a velocidade dos negócios e também pode aumentar a taxa de mortalidade das startups.

Além disso, também é preciso convencer os agricultores de que a inovação tem valor real. "O produtor rural já tem contato com tecnologia, mas é desconfiado: nesse meio, existe muito milagre e muita decepção", diz Paulo Vianna, da Strider.

"Apresentar uma tecnologia para o agricultor tem um custo muito maior do que mostrar um aplicativo para um jovem da cidade", avalia Mondin, da Esalq.

fonte: ESTADÃO CONTEÚDO
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Quantos filmes retratam o fim do mundo? Inúmeros. Podemos dizer o mesmo de quadrinhos, livros, séries, quadros e vários tipos de arte. A humanidade tem uma obsessão em retratar o próprio fim. Porém, Stephen Hawking, físico célebre que não exige introduções, não está fugindo desse barco e praticamente definiu um limite para existirmos no planeta Terra: 1 mil anos.

Durante um evento na Oxford Union, antes de comentar sobre o derradeiro fim, Hawking disse que "o fato de que nós, humanos, que somos partículas meramente fundamentais na natureza, pudemos chegar tão perto de compreender as leis que nos governam e o universo é certamente um triunfo".

Sobre as últimas décadas, o físico de 74 anos disse este é "um tempo glorioso para estar vivo e realizar pesquisas em física teórica (...) Talvez, um dia sejamos capazes de usar as ondas gravitacionais para olhar diretamente no coração do Big Bang".

"Mas nós precisamos continuar indo ao espaço para o futuro da humanidade. Eu não acho que sobreviveremos mais 1 mil anos sem escapar e ir além de nosso frágil planeta", definiu Hawking.

Segundo o professor, os próximos 100 anos serão os preocupantes, porque devem definir as nossas atitudes "espaciais" — e ele ainda não acredita que teremos colônias em Marte antes disso. Ainda, atualmente, Hawking acredita que devemos ter mais medo do capitalismo do que de robôs.

Antes de ir embora, após jogar esse "pensamento bomba", Stephen Hawking disse que ainda assim é preciso "se lembrar de olhar para as estrelas e não para baixo dos pés". "Tente dar sentido ao que você vê, pergunte sobre o que faz o universo existir. Seja curioso. No mais difícil que a vida possa parecer, sempre há algo que você pode fazer e ter sucesso. O mais importante é que você não desista".
1000 anos e contando
Fonte: Tecmundo
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Se você é administrador de alguma página no Facebook, é possível que esteja sofrendo com uma falha da rede social que impede a publicação de links em postagens que serão realizadas por essa página. O problema acaba fazendo até com que o navegador do usuário trave quando ele tenta realizar a postagem.


A falha foi percebida recentemente pelo Olhar Digital quando um de nossos repórteres passou a sofrer com o que parece ser um bug. Conforme pode ser visto abaixo, o site acaba congelando e travando todo o navegador quando o link é postado ou quando o usuário tenta modificar a foto que será usada na postagem.

Para que não houvessem dúvidas, testamos o problema com links de outros sites, em computadores diferentes e com diversos navegadores. O resultado foi sempre o mesmo: congelamento do navegador e necessidade de fechar o programa.

Também não parece ser uma falha relacionada com o Windows, já que usuários do sistema operacional OS X também estão sofrendo com isso, conforme relatado no fórum de ajuda do Facebook. Já se sabe também que o problema não está restrito ao Brasil, já que usuários de países como Estados Unidos, Índia e Austrália também afirmaram que estão enfrentando a dificuldade técnica.


 Procurada, a assessoria do Facebook disse que está investigando as causas do problema e não deu qualquer parecer até o momento da publicação desta reportagem.

Fonte: Olhar Digital
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Serviço estará disponível "nos próximos dias", segundo comunicado da empresa

O aplicativo WhatsApp anunciou nesta terça-feira que vai liberar as chamadas por vídeo para todos os seus usuários. A ferramenta, que estava em fase de testes há quase três semanas, estará disponível “nos próximos dias”, segundo o WhatsApp informou em seu blog.

“Dentro dos próximos dias, mais de 1 bilhão de usuários do WhatsApp poderão fazer chamadas de vídeo nas plataformas Android, iPhone e Windows Phone”, diz o comunicado. “Estamos apresentando esse recurso”, continua o texto, “pois sabemos que as mensagens de texto e as mensagens de voz às vezes não são suficientes.” 

O recurso só poderá ser usado se o usuário e também a pessoa com a qual ele fizer a chamada tiverem instalado a versão mais recente do aplicativo. Quem não a tiver, basta atualizar o WhatsApp em seu smartphone. 

 A seguir, saiba como fazer chamadas por vídeo pelo WhatsApp: 

 1 – Entre na aba “Chamadas” do aplicativo; 

 2 – Entre em “Contatos” (menu com o símbolo de um telefone e um +, no canto superior direito); 

 3 – Selecione a pessoa com quem você quer conversar; 

 4 – Clique no ícone com o formato de uma filmadora.
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A liberdade de expressão na internet piorou pelo sexto ano consecutivo em 2016, devido a medidas contra redes sociais e aplicativos de mensagens por governos que pretendem eliminar dissidências, alertou nesta nesta segunda-feira a Freedom House.

O relatório "Liberdade na Rede", realizado pela organização, aponta que um crescente número de governos restringem ou censuram as plataformas de mensagens, como o Whatsapp, além das populares redes sociais.

"As populares redes sociais como Facebook e Twitter estiveram sujeitas a uma crescente censura durante vários anos, mas agora os governos perseguem cada vez mais aplicativos de mensagens como WhatsApp e Telegram", disse Sanja Kelly, diretora da pesquisa.

"Os aplicativos de mensagem podem propagar informação com rapidez e segurança, e alguns governos o veem como uma ameaça", acrescentou.

O relatório afirma que 34 dos 65 países estudados tiveram uma deterioração da liberdade na internet desde junho de 2015.

Entre os que sofreram maior degradação se destacam Equador, Uganda, Bangladesh, Camboja e Líbia, enquanto a liberdade de expressão on-line melhorou no Sri Lanka, na Zâmbia e nos Estados Unidos, devido à aprovação de leis que limitam a coleta de metadados das telecomunicações.

A Freedom House informou que 67% dos usuários de internet vivem em países onde se censuram críticas ao governo, aos militares e à família governante.

Os governos de 24 países limitaram ou bloquearam o acesso às redes sociais e ferramentas de comunicação, contra 15 do ano passado.

Mesmo alguns governos democráticos tomaram medidas contra aplicativos que utilizam funções de criptografia, o que se considera uma ameaça à segurança nacional.

A China foi o país que mais afetou a liberdade de expressão na internet pelo segundo ano consecutivo, seguido de Síria e Irã, apontou o relatório da Freedom House, que critica novas leis que condenam a sete anos de prisão aqueles que espalharem rumores nas redes sociais, algo frequentemente utilizado para prender ativistas políticos.

Fonte: Yahoo Noticias 
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Foto: Reprodução
No dia 14/11/2016 a lua vai estar com o brilho 30% maior que em um dia comum e 14% mais próxima da Terra, este fenômeno é chamado de “Super Lua”, e ocorre quando a lua cheia fica no perigeu ou seja, no ponto mais próximo da Terra. Esse fenômeno dá-se por causa do formato elíptico da órbita, o satélite fica até 50 mil quilômetros mais perto da Terra do que nos dias comuns, o apogeu é o ponto mais distante.

 A Super Lua ocorre frequentemente a cada 14 meses, sendo que dessa vez a diferença do perigeu e a Lua cheia será de no mínimo 27 minutos. Esta lua cheia não será apenas a mais próxima e mais brilhantes de 2016, mas também a maior desde 1948, segundo disse Bob Berman, um astrônomo do 
Observatório Comunitário Slooh, ao Space.com. Além do mais, esse fenômeno máximo não acontecerá novamente até o dia 25 de novembro de 2034, de acordo com um comunicado da NASA.

Fonte: NASA
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 Os preços dos aparelhos estão entre R$ 3.499 (modelo 7 com 32 GB) e R$ 4.899 (7 Plus com 256 GB). Será que não compensa comprá-lo no exterior?

iPhones 7 e 7 Plus finalmente chegam ao Brasil a partir desta sexta-feira (11)
Na terra do tio Sam, o lançamento da Apple pode ser comprado por partir de US$ 649 (cerca de R$ 2.155). O que representa uma economia de R$ 1.344 no modelo mais básico do iPhone. As diferenças são ainda maiores considerando as versões mais potentes do iPhone e podem chegar a quase R$ 1.682.

Com o valor da economia é possível até bancar uma viagem para Miami, incluindo passagem área de ida e volta e a hospedagem de três dias, em um pacote em agência de viagens.

Atenção aos preços no Brasil e nos Estados Unidos (segundo a cotação do dólar do dia 8 de novembro):

    iPhone 7 de 32 GB: R$ 3.499 e US$ 649 (R$ 2155)
    iPhone 7 de 128 GB: R$ 3.899 e US$ 749 (R$ 2.487)
    iPhone 7 de 256 GB: R$ 4.299 e US$ 849 (R$ 2.818)
    iPhone 7 de Plus 32 GB: R$ 4.099 e US$ 769 (R$ 2.553)
    iPhone 7 de Plus 128 GB: R$ 4.499 e US$ 869 (R$ 2.885)
    iPhone 7 de Plus 256 GB: R$ 4.899 e US$ 969 (R$ 3.217)

Os preços dos aparelhos não incluem taxas estaduais norte-americanas, que são cobradas por alguns Estados. Outros Estados dão o reembolso das taxas aos estrangeiros, mas não são todos.

Regras fiscais

Mas, se você está considerando a compra do aparelho no exterior, é preciso se atentar às regras fiscais brasileiras, que estabelece um limite de US$ 500 (cerca de R$ 1.600) por pessoa do que pode ser trazido sem pagamento de imposto de importação. A taxa cobrada é de 50% sobre o valor que exceder o teto.

Ou seja, além de pagar os US$ 649 do valor do produto, por exemplo, o usuário ainda teria que desembolsar mais US$ 74,5 de imposto (50% sobre os US$ 149 que excedem o valor-limite). Mas, mesmo considerando esse acréscimo, ainda é mais vantajoso comprar o aparelho nos Estados Unidos, que sairia por cerca R$ 2.402 --uma economia de R$ 1.097 em relação ao valor vendido no Brasil.

Veja abaixo os valores dos aparelhos com o acréscimo do imposto:

    iPhone 7 de 32 GB:  US$ 649 + US$ 74,5 = US$ 723,5  (R$ 2.402)
    iPhone 7 de 128 GB: US$ 749 + US$ 124,5 = US$ 873,5 (R$ 2.900)
    iPhone 7 de 256 GB: US$ 849 + US$ 174,5 = US$ 1.023,5 (R$ 3.398)
    iPhone 7 de Plus 32 GB: US$ 769 + US$ 134,5 = US$ 903,5  (R$ 3.000)
    iPhone 7 de Plus 128 GB: US$ 869 + US$ 184,5 = US$ 1.053,5 (R$ 3.498)
    iPhone 7 de Plus 256 GB: US$ 969 + US$ 229,5 = US$ 1.198,5 (R$ 3.979)

É possível se isentar do pagamento do imposto

Ainda assim há uma forma de o produto --mesmo excedendo a cota-- entrar no país sem o pagamento do imposto. Como aponta José Roberto Adalardo de Oliveira, auditor fiscal da Receita Federal, os bens considerados usados ou de uso pessoal terão direito à isenção, sendo permitido uma máquina fotográfica, um relógio de pulso e um telefone celular por viajante.

"O smartphone precisa obrigatoriamente estar em uso, o que inclui o chip de uma operadora", afirma ele, que diz que não é nem preciso se livrar da caixa do aparelho --como muitos viajantes acabam fazendo com medo de ser taxado. "Vale ressaltar, no entanto, que ele não pode ter mais nenhum outro aparelho em sua bagagem."

Quem não seguir as regras corre o risco de pagar o dobro da tributação ao ser flagrado na alfândega. Isso porque, além do imposto, será cobrada uma multa também no valor de 50% do excedente do limite. "Um valor que acaba caindo para 25%, já que o pagamento deve ser realizado no ato do desembarque e a legislação prevê um desconto para quitações feitas em até 30 dias --contados a partir da aplicação da multa", explica Oliveira.

E se você tiver que pagar a multa, o seu iPhone vai acabar custando US$ 760,75 (R$ 2.526), não mais US$ 723,5. É importante guardar as notas fiscais de todos os produtos comprados, para a comprovação dos gastos e para a tributação exata das compras. Caso contrário, a Receita Federal tributa as compras a partir da média do valor de mercado --o que pode acabar com possíveis descontos que possa ter conseguido.

Bens comprados nas lojas do Free Shop de desembarque não precisam ser declarados e não entram na cota de US$ 500 por pessoa. Na dúvida, o ideal é consultar o Guia do Viajante, disponível no site da Receita Federal.

O aparelho comprado no exterior vai funcionar no Brasil?

A questão ganhou destaque no lançamento do iPhone 5, em 2012, já que muitos brasileiros foram surpreendidos com a incompatibilidade dos aparelhos comprados nos Estados Unidos com a rede 4G do Brasil. Essa já não precisa mais ser uma preocupação. "Os modelos lançados a partir de 2013 passaram a ser multifrequencial", aponta João Carlos Fernandes, professor de computação do Instituto Mauá de Tecnologia.

Ainda assim o especialista alerta para a possibilidade de os aparelhos comprados no exterior serem "bloqueados" pelo Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos, programa da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em parceria com as principais operadoras do país para combater aparelhos piratas. A questão é que o bloqueio se estende a qualquer celular que não seja homologado pela agência nacional.

Historicamente, apenas o primeiro iPhone, lançado em 2008, não chegou ao Brasil. Todos os outros 12 modelos entraram no mercado brasileiro com a autorização da agência. Não deve ser diferente com os aparelhos recém-lançados.

Outra coisa a se considerar é a incompatibilidade do carregador do aparelho com o peculiar padrão de tomadas do Brasil. Portanto, é bem provável que você precise de um adaptador sempre a postos para conectar o dispositivo na tomada.

Por fim, um cuidado não menos importante está relacionado à garantia e à assistência técnica Em nota, a Apple afirmou que todo produto homologado no Brasil (incluindo os comprados no exterior) possui suporte no país. "No caso de iPhone, desde o ano passado, os produtos comprados nos EUA, por exemplo, que não são homologados no Brasil, têm suporte. O consumidor deve estar de acordo que o reparo pode gerar um substituto nacional."

Fonte: UOL
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(Foto: reprodução)
Manter um site ou os serviços internos de uma empresa funcionando depende muito de uma infraestrutura infalível. Ninguém quer ficar sem acessar sua rede social ou seu serviço de vídeos favorito por conta do excesso de acessos a um servidor despreparado.

Recentemente, por exemplo, hackers organizaram o que pode ter sido o maior ataque DDoS da história. A provedora de hospedagem de sites francesa OVH registrou um bombardeio de acessos que chegou a mais de 1 Terabit por segundo. Sem uma boa infraestrutura, esse ataque poderia ter tirado algumas centenas de páginas do ar, prejudicando muitos usuários.

Por isso, investir em Data Centers e serviços de infraestrutura em geral é indispensável para quase qualquer negócio. Não precisa ser um grande site. Até mesmo redes de comércio dependem de um acesso robusto a servidores bem protegidos e preparados para que ataques como o citado acima não prejudiquem os consumidores.

Para se preparar para um volume grande de acessos, as empresas precisam de muitos servidores. O problema é que servidores ocupam espaço físico, o que gera um gasto extra que torna toda a operação um pouco mais difícil. É por isso que cada vez mais empresas têm apostado em soluções em Cloud (na nuvem) para expandir sua infraestrutura de TI de maneira ágil e dinâmica.

É possível manter todo o Data Center de uma empresa em um ambiente 100% virtual, acessível pela internet, protegido contra hackers e fortalecido para qualquer tipo de operação. A Embratel, por exemplo, possui uma linha de serviços em Cloud capazes de acelerar os processos de qualquer empresa que dependa de uma infraestrutura forte.

Uma das principais soluções oferecidas pela Embratel é o Cloud Server, um conjunto de recursos virtuais que podem ser utilizados sob demanda, como sistema operacional, CPU, RAM e storage, compreendendo servidores virtuais. A cobrança é feita por hora de uso e com base nos recursos contratados, o que oferece mais agilidade e praticidade para a empresa que contratar o serviço.

Outra opção é o Data Center Virtual. Com ele, é possível criar um ambiente híbrido a partir de ambientes físicos (tanto outras ofertas como até mesmo os que você ou sua empresa já possuem) junto com o ambiente virtualizado da Embratel. O Data Center Virtual tem suporte a integração de diferentes infraestruturas e a qualquer software preparado para trabalhar em estruturas virtuais.

A empresa que apostar em operações na Nuvem, porém, deve também se preocupar com certos parâmetros de qualidade e segurança. Dê preferência por Data Centers com certificado Tier III (garantia de segurança e qualidade oferecida pela organização Uptime Institute Professional Services). Dessa maneira, é possível não apenas garantir a praticidade no gerenciamento de dados, mas, principalmente, a segurança de uma infraestrutura. No fim das contas, todos saem ganhando.

Fonte: Redação Olhar Digital
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Foto: Divulgação
Em entrevista ao portal CNBC, o diretor de conteúdo do Netflix, Ted Sarandos, contou que a empresa está desenvolvendo uma ferramenta que vai permitir que os usuários assistam filmes mesmo sem estarem conectados à internet. Ela será voltada para áreas em que o Netflix agora está presente e onde a conexão de alta velocidade à internet ainda não é uma realidade, o que torna o acesso ao conteúdo do Netflix mais difícil. 

“[Os países] têm níveis de velocidade de banda larga diferentes, tal como acesso ao WiFi. Então,nesses países eles têm adaptado seu comportamento para ser uma cultura mais voltada para o download. Nesses territórios, essa ideia se tornou mais interessante”, contou, explicando que essa era uma ideia que a empresa rejeitava totalmente, mas que agora está sendo repensada. A ideia é que esses usuários da Netflix, de países pobres e emergentes, possam fazer o download dos filmes para assisti-los off­line. 

Segundo o diretor, a empresa está trabalhando no recurso agora e ainda não existe uma previsão de lançamento. Essa não é a primeira vez que a empresa comenta sobre permitir o download de seu catálogo: no início do ano, o CE
O Reed Hastings comentou que o Netflix estava com a “mente aberta” em relação ao recurso.

Fonte: Infomoney
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Os bloqueios do WhatsApp no Brasil continuam rendendo na Justiça. Nesta sexta-feira (4), o site do STF (Supremo Tribunal Federal) publicou que haverá uma convocação de audiência pública para apurar os detalhes sobre o penúltimo bloqueio do app de mensagens no país, no dia 2 de maio.

No documento assinado pelo relator do processo, o ministro do STF Edson Fachin respondeu à uma ação ajuizada pelo PPS (Partido Popular Socialista) contra a decisão do juiz de Lagarto (SE), Marcel Maia Montalvão.

Na época, Montalvão atendeu a uma medida cautelar ingressada pela Polícia Federal, já que o WhatsApp não cumpriu os pedidos da Justiça para quebrar o sigilo das mensagens do aplicativo para fins de investigação sobre crime organizado de tráfico de drogas, na cidade de Lagarto.

Assim, foi determinada a suspensão do WhatsApp por 72 horas como punição à direção da empresa. No entanto, o aplicativo conseguiu uma autorização judicial para reverter a decisão e voltou ao ar no dia seguinte, após 25 horas.

O processo sustenta que a decisão do juiz "viola o preceito fundamental da liberdade de comunicação, previsto no art. 5º, IX, da Constituição da República".

A relação dos participantes da audiência será divulgada no site do Supremo Tribunal Federal. Depois disso, serão divulgadas a data e a metodologia da audiência.

Diz ainda a decisão de Fachin que os participantes da audiência "serão selecionados, entre outros, pelos seguintes critérios: (i) representatividade, especialização técnica e expertise do expositor ou da entidade interessada e (ii) garantia da pluralidade da composição da audiência e dos pontos de vista a serem defendidos".

O WhatsApp foi bloqueado em todo o Brasil em outras duas oportunidades, ambas envolvendo investigações criminais e quebras de sigilo de usuários: em 17 de dezembro de 2015, no qual ficou cerca de 12 horas fora do ar; e em 19 de julho, quando ficou inativo por cerca de cinco horas.

fonte: UOL
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Não há como negar que o celular se tornou um item inseparável no cotidiano, por facilitar, e muito, várias atividades em nosso dia a dia. No entanto, muitos desconhecem que, seu uso exagerado, pode causar danos à nossa saúde, principalmente na coluna, nos pulsos e polegares.

Para se ter uma ideia da dimensão da fixação pelo celular, há pessoas que chegam a trocar 500 mensagens de texto por dia, com uma média de 30 caracteres cada, ou seja, dão 15 mil toques diários na tela, 105 mil por semana ou 420 mil por mês, segundo o ortopedista Luís Phelipe Cardinalli.

Com tantos movimentos repetitivos, podem surgir problemas de saúde como os casos conhecidos por "pescoço de texto", em que a pessoa relata dores na cabeça ligadas a tensões na nuca, pescoço, braços e ombros.

De acordo com o especialista, essas dores podem ser causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular, chegando a "deitar" o pescoço em até 60 graus. "Na medida do possível, é recomendado manter o celular mais próximo da nossa linha do horizonte para que a gente não precise inclinar a cabeça para enxergar”, explicou Cardinalli.

Outro problema comum está relacionado ao uso intensivo dos polegares, o que pode gerar uma tendinite chamada de "Tenossinovite de Quervain". “É interessante procurar digitar com outros dedos também, não só com os dedões. Uma forma é segurar o celular com uma mão e digitar com o indicador, por exemplo", orientou.

Os cuidados podem minimizar danos e evitar problemas futuros, mas em caso de dores mais fortes e persistentes, a recomendação é procurar um especialista para que possa fazer um diagnóstico completo e prescrever o tratamento adequado.

FONTE: G1
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(Foto: Agência Brasil)

O Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP) - órgão que cuida de boa parte da área de TI do governo federal brasileiro - anunciou recentemente que vai deixar de usar software livre para adquirir soluções da Microsoft.

O anúncio significa que o governo vai trocar programas de código aberto, muitos desenvolvidos no Brasil, para usar programas prontos oferecidos pela empresa norte-americana. Entre as soluções contratadas estão o Office, Windows Professional, Windows Server e Client Access License.

Os órgãos administrados pelo SISP que usam software livre atualmente devem apresentar um pedido formal para adquirir os novos programas até o dia 11 de novembro. Acontece, porém, que soluções proprietárias já são usadas por órgãos públicos há muito tempo, contrariando a preferência por software livre.

Em 2012, por exemplo, a Caixa Econômica Federal comprou licenças do Office para usar em muitos dos seus terminais. A ideia de dar preferência ao código aberto era, a princípio, uma maneira de fomentar o desenvolvimento de software no Brasil, além de gerar uma economia estimada em R$ 500 milhões até 2010 (os números não vinham sendo atualizados desde então).

O que muda, na prática, portanto, é que o governo vai gastar mais usando software da Microsoft, mas, por outro lado, terá aplicações mais completas e apoio técnico especializado - algo que programas de código aberto não podem oferecer.

*Redação Olhar Digital
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Apesar de muitos brasileiros ainda não terem nem acesso à rede 4G, as operadoras Vivo e Claro já estão preparando o terreno para trazer a quinta geração de conectividade móvel para o país. Ambas as empresas estão trabalhando em parceria com a Ericsson nos primeiros testes com a tecnologia, que deve trazer mais capacidade de rede com latência reduzida para os usuários.
Aprimeira demonstração do 5G no país foi feita pela Claro na segunda-feira, durante a Futurecom 2016, em São Paulo. A Ericsson vem trabalhando há algum tempo com a América Móvil (dona das marcas Claro, NET e Embratel no Brasil), além de manter parcerias com universidades brasileiras com o objetivo de desenvolver o 5G.
Já a Vivo afirma ter sido a primeira operadora brasileira a atingir velocidades de rede de mais de 530 Mbps usando sua própria infraestrutura na região metropolitana de São Paulo. A empresa afirma que isso é um passo importante em direção ao 5G e que os usuários devem poder aproveitar a experiência assim que os primeiros celulares com essa tecnologia chegarem ao país.

Além de atingir velocidades máximas de 20 Gbps, a nova tecnologia vai diminuir a latência – o tempo que um pacote de dados leva para ir de um ponto ao outro – e deve ajudar na popularização de mais objetos conectados, já que consumirá menos bateria.

"A nova tecnologia vai diminuir a latência, além de atingir velocidades máximas de 20 Gbps"







Mas ainda deve demorar para que o 5G saia dos laboratórios e estandes de eventos e chegue aos nossos smartphones. Inicialmente, a cobertura deve ser focada em mercados de nicho, como o corporativo, mais ou menos como aconteceu com o 4G. Uma das dificuldades que precisará ser debatida nos próximos anos é o fato das faixas que devem ser utilizadas pelo 5G nos Estados Unidos e na Europa – 28 GHz e 15 GHz, respectivamente – já estão ocupadas no Brasil.

Com informações do Tec Mundo
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 Que tal trabalhar 30 horas por semana? Parece bom, certo? É exatamente isso que pode acontecer caso uma proposta do sindicato de trabalhadores de TI de São Paulo (Sindpd) seja aceita. A entidade ainda luta pelo reajuste salarial, pagamento de vale-alimentação e custeio integral de plano médico e odontológico pelas empresas.

A ideia é que a jornada reduzida possa ir de encontro ao cenário enfrentado pelos funcionários do setor que sofrem com altos níveis de estresse e pressão. Além de descansar, o sindicato espera que os profissionais tenham maior tempo livre para se dedicarem à qualificação, ao aperfeiçoamento e à atualização de conceitos utilizados no ambiente profissional.

"Os profissionais de TI possuem uma rotina voltada para computadores, programação de códigos, números e solução de problemas, o que configura um dia a dia intenso e estressante. Não sobra tempo para atividades de lazer ou até mesmo para investir em capacitação", justifica o presidente do Sindpd, Antonio Neto.

Vale lembrar que a jornada dos trabalhadores de TI no estado já sofreu redução em 2011. Na época, uma proposta também encabeçada pelo Sindpb previa a redução de 44 horas para 40 horas semanais. Com a vitória, a categoria foi uma das primeiras do país a conseguir conquistar o direito.

Atualmente a jornada de 30 horas é prevista pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) apenas para digitadores.

Aumento salarial e benefícios

A Campanha Salarial 2017 irá defender, além do aumento real do salário acima da inflação – índice que ainda não foi fechado, dois outros pontos cruciais: o pagamento de vale-alimentação e o custeio integral pelas empresas de planos médico e odontológico para os funcionários.

Atualmente, segundo a CCT, as companhias devem pagar R$ 16,60 de vale-refeição (que geralmente é aceito em restaurantes) ou vale-alimentação (usado para compras em supermercados) por dia. A proposta pede pela manutenção do vale-refeição com aumento real e a inclusão do vale-alimentação. Dessa forma, os trabalhadores receberiam os dois benefícios e não teriam mais que optar por somente um deles.

Os planos médico e odontológico nos dias de hoje permitem que as empresas descontem até 70% do valor do trabalhador em regime de coparticipação. O sindicato luta para que a o benefício seja pago de forma integral pelas empresas, sem qualquer custo para o trabalhador.

Processo burocrático

Nesta fase, a pauta foi submetida para assembleias de trabalhadores na sede do sindicato e em 10 delegacias regionais do estado (Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sorocaba).

Só depois da apreciação por parte da categoria é que a proposta será enviada ao sindicato patronal para o início das negociações.
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Um compromisso do governador Rui Costa é levar fibra ótica a todas as regiões da Bahia. A maneira mais rápida e com menos custos são as parcerias e mais uma foi estabelecida durante reunião com o diretor-presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, nesta quarta-feira (19), em Brasília.

O acerto foi a cessão de fibra ótica que já passa pelo percurso das BRs 324 e 116 na Bahia. Para isso, a concessionária Via Bahia deve ceder parte das fibras para uso do Governo do Estado. "Nossa determinação é levar fibra ótica para que escolas, hospitais e a segurança pública contem com banda larga para que a inclusão digital aconteça e para que os serviços públicos sejam otimizados, como é o caso da saúde e da segurança", disse o governador.

Ao compartilhar da mesma opinião, o diretor-presidente da ANTT, assinalou que dará todo apoio para a iniciativa seja efetivada. A agência, em contato com a concessionária das duas rodovias, contribuirá para o rápido acerto dessa parceria.

Rui Costa adiantou que está em fase de preparação um edital para disponibilizar as faixas de domínio das rodovias estaduais para investidores privados que queiram passar fibra ótica por essas estradas. O governo baiano trabalha em várias frentes para que o compromisso oficializado no programa de governo seja realizado o quanto antes.

Os secretários estaduais Bruno Dauster (Casa Civil) e Macus Cavalcanti (Infraestrutura) acompanharam o governador na reunião na sede da ANTT.

SECOM Governo da Bahia
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Futuras versões do Facebook Messenger devem vir com um recurso que ajudará os usuários a economizar o pacote de dados.

Foto: ( Divulgação )
Atualmente, tudo o que é recebido pelo Messenger é baixado, mesmo que o usuário ainda não tenha visto a mensagem em questão — e é justamente isso que está para mudar.

O Android Police descobriu que a versão beta do app para Android possui uma opção “Data Saver” que, ao ser acionada, faz com que o Messenger pare de baixar imagens e vídeos automaticamente quando o usuário estiver usando sua própria internet.
No Wi-Fi, tudo permaneceria igual. E os textos continuariam sendo baixados de forma automática, independentemente de qual seja a fonte de internet do usuário.
A ferramenta também exibe um contador que revela uma estimativa da economia possibilitada com o seu acionamento.


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A Microsoft prometeu que o Windows 10 seria um trabalho sempre em progresso, recebendo frequentes atualizações com novos recursos. A última delas foi o update de aniversário, liberado no início de agosto, e ao que tudo indica, a próxima deve sair em março de 2017. Trata-se da atualização de codinome Redstone 2. 

A política da empresa é de lançar pelo menos duas grandes atualizações por ano, com a exceção de 2016. O Redstone 2 deveria ser lançado neste ano, mas acabou adiado, transformando o pacote de aniversário na única grande novidade do ano.

(Foto: reprodução)

Usuários do Twitter encontraram várias referências a “Windows 10 Versão 1703” na última versão de testes do sistema operacional. O número 1703 se refere ao ano 2017 e ao mês de março (03). A empresa adotou práticas similares com a atualização de aniversário com a versão 1607 e um update de novembro do ano passado com a versão 1511.

O que isso deve trazer de novo? A expectativa é que a Microsoft revele as novidades em um evento marcado para o fim de outubro. A apresentação será dedicada à revelação de novos produtos da linha Surface, mas também deve ter novidades sobre o Windows 10.

Por enquanto, a versão de testes do Windows 10 disponível para os usuários do programa Windows Insider traz poucas novidades. Os planos incluem um modo que reduz a emissão de luz azul da tela, recurso que começou a dar as caras no Android e no iOS, e melhorias na assistente Cortana. A empresa também planeja a criação de um hub doméstico para controlar dispositivos conectados.

Via The Verge