Artigo por "Economia & Negócios"
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A empresa, que possui 1,86 bilhão de usuários ativos, encerrou o período com uma receita de 3,56 bilhões de dólares

Do total da receita da empresa de Mark Zuckerberg, 84% vem de anúncios em plataformas móveis

O Facebook reportou um salto de quase 130% em seu lucro, que chegou a 3,568 bilhões de dólares (aproximadamente 11,23 bilhões de reais) no quarto trimestre do ano passado, número bem acima dos 1,56 bilhão de dólares (aproximadamente 4,9 bilhões de reais) do mesmo período de 2015. 

A receita da companhia subiu 51%, para 8,81 bilhões de dólares (por volta de 27,75 bilhões de reais) no trimestre passado, acima da previsão de 8,51 bilhões de dólares dos analistas ouvidos pela Thomson Reuters. 

O lucro por ação da empresa ficou em 1,21 dólar, acima dos 54 centavo de dólar por ação ante igual período do ano anterior. Em uma base ajustada, o lucro ficou em 1,41 dólar por ação, acima dos 79 centavos de dólar da mesma comparação anual e também superior à previsão de 1,31 dólar dos analistas. A companhia informou que seus usuários ativos mensais totalizaram 1,86 bilhão no fim do quarto trimestre do último ano, alta de 17% na comparação anual. 

A empresa diz esperar mais gastos e menor crescimento na receita neste ano. A receita com anúncios em plataformas móveis representaram 84% da receita total da companhia com anúncios no quarto trimestre do ano passado, uma alta de 80% na comparação anual.
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Foto: Reprodução
Apartir do ano que vem, o trabalhador que for demitido terá acesso ao seguro-desemprego de forma mais rápida e sem burocracia. Pelo menos, é a promessa do governo. Em 2018, as informações do trabalhador que perdeu o emprego serão encaminhadas pela empresa que o demitiu diretamente para o Ministério do Trabalho e Emprego, a quem caberá enviar uma mensagem ao desempregado, informando quando ele vai receber o benefício.

Atualmente, para ter o seguro-desemprego, primeiro o trabalhador precisa agendar uma data para comparecer a um posto de atendimento do ministério. É preciso reunir documentos pessoais, incluindo a carteira de trabalho e a rescisão contratual. Se estiver tudo certo, o dinheiro é liberado. Este processo, porém, pode levar até dois meses, já que muitos trabalhadores encontram dificuldades para agendar uma data para requerer o pagamento.

O sistema que facilitará o acesso ao benefício também será usado para combater fraudes. Segundo o ministério, mais de 40 mil pedidos são suspeitos de fraudes. O governo descobriu uma quadrilha que forjava demissões para desviar dinheiro dos trabalhadores. O sistema antifraude foi implantado em dezembro do ano passado e, até a última quinta-feira, foram bloqueados quase R$ 45 milhões em benefícios fraudulentos, em todo o Brasil. A estimativa é que a economia para os cofres públicos chegue a R$ 1,3 bilhão, em 2017.

Em 2016, sete milhões de pessoas que foram demitidas receberam o benefício por até cinco meses. Segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, a base para o rastreamento será o CPF do trabalhador, o que também ajudará a reduzir problemas de duplicidade de matrícula no Programa de Integração Social (PIS):

— Será possível acompanhar todo o processo, do momento em que o trabalhador faz o requerimento, seguindo o tráfego da informação na Dataprev e no Ministério do Trabalho, até o pagamento do seguro-desemprego pela Caixa Econômica Federal.

(Extra/O Globo)
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Mergulhados em dificuldades financeiras, 4.950 municípios (89% do total) sustentam uma dívida bilionária com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com a Receita Federal, o passivo soma 99,6 bilhões de reais em contribuições previdenciárias devidas e a inadimplência tem levado ao bloqueio de parcelas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A falta de pagamento também é um dos motivos por trás do “nome sujo” de prefeituras no Cadastro Único de Convênios (Cauc), do governo federal, o que inviabiliza o repasse de transferências voluntárias, como emendas parlamentares. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) questiona o valor e diz que a dívida precisa ser recalculada, uma vez que inclui débitos já prescritos.

Antes, a Lei 8.212/1991 previa que essas dívidas poderiam ser cobradas em até dez anos, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o prazo inconstitucional em 2008. Assim, só valeriam débitos de até cinco anos antes. Desde então, a CNM alega que a dívida previdenciária não foi revista. A Receita não se pronunciou sobre a divergência.

Foto: Reprodução
Diante do volume de passivos previdenciários, muitos municípios têm tido parcelas do FPM integralmente bloqueadas. De acordo com a confederação, no início deste ano, mais de 700 prefeituras ficaram com as contas do fundo zeradas por causa das retenções. Essa medida tem estrangulado o caixa dos municípios, que muitas vezes dependem dos recursos para pagar despesas básicas, como salários. “Nós não devemos isso tudo, há débitos indevidamente lançados, o governo age de forma autoritária”, diz o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

Os municípios que deixam de pagar o INSS não conseguem obter a Certidão Negativa de Débitos (CND) e esse é um dos motivos para a inscrição, em dezembro do ano passado, de 2.182 municípios em situação irregular no quesito pagamento de tributos, contribuições previdenciárias federais e com a dívida ativa da União. A prefeitura de Goiânia é uma das que têm dívida previdenciária. A nova administração, de Iris Rezende (PMDB), não deu detalhes e disse que ainda está fazendo um levantamento para que possam regularizar a situação.

Irregularidades
Essa não é a única pendência do ponto de vista fiscal. Na média do ano passado, 4.600 municípios tiveram alguma irregularidade apontada no Cauc, ante 3.900 em 2015, segundo levantamento da CNM. Além do alto número de prefeituras que não conseguiram comprovar a regularidade com o pagamento de tributos, há ainda pendências com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), realidade de 2.283 municípios.

Ziulkoski atribui o aumento das irregularidades à crise econômica. “Basicamente 80% dos municípios estão em dificuldades”, diz. Mas o descumprimento de obrigações financeiras não é o único problema. Ocorrem também omissões em prestações de contas e medidas de transparência, como apresentação de relatórios de gestão fiscal e de execução orçamentária. Há ainda 1.056 municípios que deixaram de cumprir a aplicação mínima de recursos na área de saúde.

A prefeitura de Petrópolis, no Rio de Janeiro, tem sido alvo de bloqueios no FPM por conta da dívida previdenciária. O município, administrado por Bernardo Rossi (PMDB), decretou calamidade financeira no início deste ano e tem pendências com INSS e FGTS. No primeiro caso, a dívida histórica é de 23 milhões de reais, calcula o secretário municipal de Fazenda, Heitor Pereira, mas o valor não inclui multa e correções monetárias. “Estamos envidando todos os esforços para regularizar, em função das transferências que existem, da União, do Estado, que ficam bloqueadas (com as irregularidades)”, afirma o secretário. Em relação ao fundo de garantia, a nova administração de Petrópolis ainda está levantando o valor do passivo.

Calamidade
A dificuldade para pagar salários e honrar compromissos já levou pelo menos 73 municípios a decretarem estado de calamidade financeira desde o ano passado, 43 deles apenas em janeiro, segundo dados atualizados pela CMN. Com a medida, os prefeitos buscam se livrar temporariamente das punições previstas em caso de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Mas, na prática, eles têm visto o decreto de calamidade como meio de pressão por negociações de socorro.

Dos municípios que decretaram calamidade agora em 2017, 14 são do Rio, 11 de Minas, quatro da Paraíba, quatro de São Paulo, três do Ceará, três do Rio Grande do Norte, dois de Santa Catarina, um do Pará e um do Rio de Grande do Sul.

FONTE: VEJA
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A gasolina do Brasil está 32% mais cara que no mercado internacional; o diesel, 45%

Foto: Reprodução
Ogoverno tem usado a Petrobras desde 2006 como espécie de “cheque especial”. Uma das formas mais notórias desse uso foi o controle dos preços da gasolina e do diesel, com o objetivo de segurar a inflação.

Essa política de defasagem dos combustíveis provocou um rombo no caixa da Petrobras na casa dos 100 bilhões de reais – para vocês terem ideia, essa quantia astronômica bastaria para encher o tanque de uns 50 milhões de carros populares; ou bancar quase 7 meses de consumo médio anual de gasolina em todo o Brasil.

Agora, com a queda brutal do preço do barril de petróleo no mundo todo, hoje cotado abaixo de 40 dólares por barril, o governo permite que a empresa reponha as perdas do passado.

Como? Ao não repassar essa queda de preços do petróleo aos preços dos combustíveis vendidos aos consumidores.

A gasolina do Brasil está 32% mais cara que no mercado internacional; o diesel, 45%.

Traduzindo: quando o barril do petróleo estava alto, o governo obrigava a Petrobras a vender gasolina e diesel mais baratos do que custavam para seus cofres; hoje, que o barril está barato, a Petrobras vende combustíveis mais caros, como se fosse um “prêmio” para compensar o desfalque obtido lá atrás.

A Petrobras é a única petroleira do mundo que está ganhando dinheiro com a venda de combustíveis no momento em que o barril está barato.

Estamos na contramão do mundo. Fazemos exatamente o contrário da tendência mundial, de aproveitar o petróleo barato para reduzir a inflação e ajudar no crescimento econômico.

No Brasil os preços dos combustíveis inflamam a inflação e tiram a competitividade da economia – sobretudo do agronegócio, setor que vinha se salvando da crise e onde o diesel é matéria-prima fundamental.

Com Informações: EXAME.com
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Agência Brasil

O Brasil teve 116.747 postos formais de trabalho fechados no último mês de novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (29). O saldo negativo é melhor que o de novembro de 2015, quando 130.629 postos foram fechados. O resultado em novembro de 2016 é decorrente de 1.103.767 admissões contra 1.220.514 demissões.
No acumulado de 2016 foram fechados 858.333 postos de trabalho, uma perda de 2,16% das vagas. Já nos últimos 12 meses, o número de empregos formais passou de 40,3 milhões para 38,8 milhões, uma perda de 3,65%.

De todos os setores de atividade econômica, só o Comércio teve desempenho positivo em novembro, com acréscimo de 58.961 vagas, aumento de 0,66%. Segundo análise do Ministério do Trabalho, a alta foi puxada principalmente pelo ramo varejista, que abriu 57.528 postos. A maioria dos empregos foi criada nos segmentos do vestuário e acessórios, seguidos por supermercados, comércios de calçados e artigos para viagens.

Entre os setores com resultado negativo, destacaram-se a Indústria de Transformação (como farmacêutica e alimentícia), com perda de 51.859 postos, a Construção Civil, que teve 50.891 postos fechados, o setor de Serviços com 37.959 e a Agricultura, com perda de 26.097.

Os dados apontam que o Rio Grande do Sul foi a única unidade da federação que teve saldo positivo de empregos, com a criação de 1.191 vagas formais. Os piores desempenhos foram registrados em São Paulo, que teve 39.675 postos fechados em razão do saldo negativo em quase todos os setores, seguido pelo Rio de Janeiro, com 12.438 postos fechados e Minas Gerais com 11.402.
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Agência Brasil - O presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira (29) que o foco do governo em 2017 será a reforma tributária, para tornar a legislação mais simplificada. “Uma questão que me angustia sempre é a tributária. Penso eu então: porque não levá-la adiante? Agora, o Executivo quer se empenhar na reforma tributária, de forma a simplificá-la. É mais uma reforma que queremos patrocinar e levar adiante”, disse ao apresentar um balanço das ações do governo a jornalistas.

Temer disse que seu governo é “reformista” e que não vai parar de implementar mudanças estruturais. “Reformas que o governo havia planejado para o longo do tempo foram feitas em bravíssimo tempo, e não vamos parar. Este é um governo reformista.”

O presidente disse esperar que a proposta de reforma trabalhista enviada pelo governo ao Congresso na semana passada não tenha dificuldades de aprovação, por causa do “diálogo que instalou-se entre trabalhadores e empregados” nos últimos meses.

Sobre a reforma política, Temer disse que, nesse caso, o protagonismo será do Congresso Nacional, com “incentivo e participação” do Executivo na elaboração da proposta.

Ações
Durante o balanço de ações do governo, Temer destacou a liberação de saque das contas inativadas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a redução dos juros aplicados ao crédito rotativo dos cartões de crédito, a aprovação de um teto para os gastos públicos, a desvinculação das receitas da União (DRU) e a reforma do ensino médio.

Temer também citou a ampliação do número de vagas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e dos recursos destinados aos programas Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida. “No plano social, estamos revelando nossa responsabilidade social ao completar a construção de 170 mil casas pelo Minha Casa, Minha Vida, e quando determinamos que filhos com microcefalia tenham prioridade quando estabelecemos orçamentariamente a construção de mais 500 mil casas.”

Crise
O presidente reiterou a preocupação do governo com a retomada do emprego no país e espera que o país volte a gerar postos de trabalho em 2017. “O desemprego é uma coisa que perturba as pessoas em nosso país e cria instabilidade, mas vencendo crise, saindo da recessão e obtendo crescimento teremos naturalmente empregabilidade. A partir do segundo semestre do ano que vem é muito provável que o desemprego venha a cair. 2017 será definitivamente um ano novo, e não a continuação de 2016”, acrescentou.

Reforma ministerial
Perguntado sobre a possibilidade de haver uma reforma ministerial em 2017, Temer desconversou. “Vamos esperar o ano que vem”, disse o presidente na saída da entrevista.
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Medidas devem ser anunciadas nesta terça-feira (20)

O Nubank que oferece cartões de crédito sem taxas, que podem ser gerenciados pelo próprio cliente por meio de um aplicativo — está preocupado com as novas medidas do Banco Central.

Não é para menos, uma das empresas que mais crescem no Brasil pode ser seriamente prejudicada caso o prazo de pagamento das vendas aos lojistas caia de 30 para 2 dias. A mudança faz parte do pacote de medidas anunciado pelo governo para impulsionar a economia. Mas o que isso significa?

Hoje, um comerciante tem até 30 dias para receber o dinheiro dos clientes que pagam com cartão. Isso porque o cliente paga a fatura, em média, 26 dias depois da compra. Então, os emissores de cartões recebem o montante e pagam os lojistas em seguida.

No caso do Nubank, que já emitiu mais de 1 milhão de cartões desde 2014, a receita vem de parte do valor que o lojista recebe, cerca de 5%. Deste valor, a startup fica com 1,5% e o restante vai para a adquirentes (como a Cielo) e para as bandeiras (Mastercard e Visa).

Com a mudança, o Nubank teria que pagar a adquirente antes do cliente pagar a fatura, o que derrubaria o modelo de negócios de empresas pequenas que não têm a mesma capacidade de financiamento dos grandes bancos.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, deverá anunciar as novas medidas na terça-feira (20). Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a esperança para o Nubank é que o governo opte por mudar os juros do rotativo do cartão de crédito, no lugar de mexer no prazo dos varejistas.

Fonte: G1
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Areforma da previdência proposta pelo governo trará uma economia de cerca de R$ 678 bilhões em 10 anos para o INSS e os benefícios de assistência social. Em relação ao Regime Próprio de Previdência, que paga as aposentadorias dos servidores públicos, a economia será de cerca de R$ 60 bilhões em 10 anos.

"A redução dos custos vai ocorrer com o passar do tempo. A economia vai aumentando", explicou o secretário de Previdência Social, Marcelo Caetano.

De acordo com o secretário, se a reforma for aprovada em 2017, a economia em 2018 será de R$ 4,6 bilhões. Em 2019, o valor passa a ser de R$ 14,6 bilhões, em 2020, de R$ 26,7 bilhões e, em 2021, R$ 39,7 bilhões. Para o regime próprio, a economia é entre R$ 5 bilhões a R$ 7 bilhões por ano. Os números são em valores correntes e serão reajustados pela inflação.

Os números repassados pelo secretário se referem apenas à União ele afirmou não ter base para calcular o tamanho da economia de Estados e municípios com a reforma.

Regras para políticos

O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda afirmou que os políticos terão regras de transição diferenciadas para as novas regras da Previdência (idade mínima de 65 anos e tempo mínimo de contribuição de 25 anos). "Os políticos estão na mesma situação dos policiais militares, não temos como estabelecer regra de transição diferenciada. Cada ente vai estabelecer sua regra de transição", afirmou.

No caso de deputados e senadores, a regra de transição será proposta pelo próprio Legislativo. Questionado sobre os "estímulos" que os parlamentares teriam em propor uma regra de transição para eles mesmos, o assessor especial da Casa Civil Bruno Bianco Leal disse que "o futuro vai nos dizer (quem vai apresentar)" e que "certamente terá" a proposta.

"Quem já está no sistema pode ser que já esteja dentro (das novas regras), vai depender da regra de transição. Não podemos criar norma constitucional que trate dessas pessoas", afirmou Leal. No caso de políticos de outras esferas, caberá aos Legislativos estaduais e municipais regulamentar essa regra.

Caetano reforçou que os políticos estarão no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), ou seja, vão respeitar as regras do INSS, inclusive o valor máximo de benefício.

Estados e municípios

Caetano informou que a proposta de Reforma da Previdência determina que os Estados e municípios que têm regimes próprios de previdência criem suas próprias previdências complementares. O prazo para a criação é dois anos.

Nos Estados e municípios que não têm o regime próprio, a aposentadoria dos servidores estará vinculada ao Regime Geral de Previdência Social. Ou seja, ganharão o teto do INSS. Quem quiser ganhar mais do que o teto terá que fazer sua previdência complementar. Os servidores da União já têm desde 2013 a previdência complementar.

O secretário insistiu que a opção do governo pelo lado da arrecadação se fará pela via da revisão das renúncias previdenciárias e não por aumento de impostos.

Centrais sindicais

Marcelo Caetano procurou reagir com naturalidade em relação à rejeição da proposta de Reforma da Previdência pelas centrais sindicais. "Na democracia temos que conviver bem com ideias diferentes", argumentou o secretário.

Na segunda-feira, depois da apresentação da proposta pelo presidente Michel Temer, representantes das centrais sindicais deixaram claro que a proposta do jeito que foi desenhada não passará no Congresso e acarretará uma "grande confusão" no País.

"Ainda bem que a gente vive numa democracia. E eu gosto disso. E um dos pressupostos da democracia é termos nossa ideias e convivermos com ideias diferentes e que as pessoas possam se manifestar", afirmou. Ele disse que é natural a critica das propostas.

O secretário não quis, porém, fazer comentários sobre os riscos das incertezas políticas, que cresceram na segunda com a saída do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado, atrapalharem a reforma.

Nova reforma

Para não comprometer as negociações da reforma da Previdência no Congresso Nacional, o secretário de Previdência Social não quis apontar quais pontos da reforma da Previdência o governo considera "inegociável".

Questionado sobre o que não poderia ser mudado na proposta, o secretário disse apenas que, se o texto for muito alterado durante a tramitação no Congresso Nacional, será necessária uma nova reforma em um curto período de tempo.

"Temos a alternativa de fazer uma reforma que dure algumas décadas, ou, caso venha a se perder muito, em 2019 terá outra entrevista coletiva, com outras pessoas, propondo coisas muito parecidas", afirmou.

A tramitação da reforma deverá ser cercada de polêmica e já enfrenta resistência de representantes dos trabalhadores. Sindicalistas criticaram a proposta, principalmente a regra de transição, considerada por eles injusta para os trabalhadores que estão no mercado há muitos anos e ainda não teriam a idade mínima de transição (50 anos para homens e 45 anos para mulheres).

Caetano disse que a "não-reforma" não é uma opção. "A não-reforma já ocorreu e aparece hoje em vários Estados, de não conseguir pagar (benefícios previdenciários).

A previsão do governo é de que a reforma seja aprovada entre o fim do primeiro semestre e o começo do segundo. Caetano ponderou que a decisão será democrática, no Congresso Nacional. "Não vivemos em governo tecnocrático. O papel do Congresso é fundamental", afirmou. "Estamos olhando uma visão de longo prazo, de país."

conteúdo ISTOÉ
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Já disponível em outros 14 países, a ideia da solução é que os usuários não tenham que se preocupar com senhas na hora de comprar

Foto: Divulgação
A Mastercard  anunciou nesta terça-feira (29) o lançamento da tecnologia  Identitiy Check Mobile no Brasil e no México, permitindo que os usuários autentiquem pagamentos através da biometria – tanto pela impressão digital ou reconhecimento facial, feito através de uma selfie no smartphone.A tecnologia é válida apenas no pagamento de compras online. 

Já disponível em outros 14 países (Estados Unidos, Canadá, Áustria, Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Hungria, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido), a ideia da solução é que os usuários não tenham que se preocupar com senhas na hora de comprar, agilizando a compra.

Confira, no vídeo abaixo, como funciona o pagamento através da solução:






Fonte: Infomoney

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Para Occhi, o principal desafio de 2017 é melhorar a eficiência, reduzindo despesas e aumentando a geração de receitas


Da mesma forma que o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal também estuda colocar em prática medidas para melhorar a eficiência do banco. De acordo com o presidente da instituição, Gilberto Occhi, estão em análise um plano de demissão ou de aposentadoria incentivada que deve ser oferecido a 10 mil funcionários. Além disso, como antecipou o jornal “O Estado de S. Paulo” em maio, antes mesmo de Occhi assumir definitivamente, o banco já monitorava o desempenho de cem agências deficitárias. “Se for necessário, vamos adotar medidas como redução de jornadas, transferências de endereços e, em último caso, fechar as portas”, afirmou Occhi, após participar de reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão.

Para Occhi, o principal desafio de 2017 é melhorar a eficiência, reduzindo despesas e aumentando a geração de receitas. No último ano, a Caixa cortou o número de funcionários de 100,3 mil para 97 mil. No acumulado dos nove primeiros meses de 2016, o banco gastou R$ 15,6 bilhões com pessoal, ante R$ 14,3 bilhões do mesmo período de 2015, crescimento de 9,2%. O impacto maior no gasto foi com o aumento do salário dos funcionários, decidido em convenção coletiva.

A Caixa foi usada nos últimos anos pelo governo do PT como locomotiva do crédito no País, estratégia para impulsionar a atividade econômica. Dessa forma, a instituição conseguiu aumentar sua participação no mercado, mas essa expansão do crédito também provocou efeitos colaterais, como o aumento do nível de calotes. O alto número de agências deficitárias também é consequência dessa política.

Desde 2010, a Caixa abriu 1.329 agências. A análise da direção do banco é que não se faz mais necessária toda essa estrutura, ainda mais com a mudança dos hábitos dos clientes, que cada vez mais optam pelos serviços pelo computador ou pelo smartphone. Um empecilho para o fechamento das agências é o fato de as unidades serem usadas para o pagamento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, mas a avaliação é de que esse serviço poderia ficar restrito às casas lotéricas.

O banco tem atualmente 4,2 mil agências e pontos de atendimento e 25 mil correspondentes Caixa Aqui e Lotéricos. Ao contrário do BB, um dos desafios da Caixa é aumentar a quantidade de transações online, que representam menos de um quarto do total de transações do banco. A Caixa tem 85,9 milhões de correntistas e poupadores, mas apenas 19% usam o internet banking, inclusive tablet, e 5% instalaram o aplicativo do banco no smartphone. Mesmo assim, a quantidade de transações pela web aumentou 18,7% na comparação com 2015. As transações via smartphone subiram 66,5%.

do ESTADÃO CONTEÚDO
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Entre 14 e 21 de novembro, o preço médio do trigo Cepea/Esalq no Rio Grande do Sul caiu 2,5%, fechando a R$ 531,95/t

Fonte: Pixabay

Mesmo com a recente alta do dólar, a comercialização de trigo voltou a perder força no mercado brasileiro

Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), ainda que a valorização da moeda norte-americana possa gerar expectativas de maiores preços em 2017, já que encarece a importação e favorece a exportação, agentes brasileiros não têm interesse em negociar neste momento.

No geral, apenas triticultores sem espaço de armazenamento e/ou que precisam “fazer caixa” mostram interesse em vender o cereal no spot. Do lado comprador, moinhos afirmam estar relativamente abastecidos e só adquirem a matéria-prima no mercado interno em caso de preços atrativos.

Entre 14 e 21 de novembro, o preço médio do trigo Cepea/Esalq no Rio Grande do Sul caiu 2,5%, fechando a R$ 531,95/t nessa segunda-feira, dia 21.

Fonte: CanalRural
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Que o Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo isso não é novidade. Mas, você já parou para calcular qual o valor que sai do seu bolso em forma de impostos? E que deveriam voltar para você em forma de serviços públicos mas são estagnados antes aos desvios e corrupção?

Na década de 80, a carga tributária brasileira representou cerca de 25% do PIB nacional, e em 2010 já representava 33,2%, chegando a seus 36,42% em 2013.

Simplificando toda essa porcentagem, significa que, de todo o seu ano de trabalho, 133 dias são trabalhados para pagar impostos. Em valores, isso é traduzido para R$ 8,5 mil por ano, que são transferidos do seu bolso para a conta do estado.

No Ranking de maior tributação, o Brasil está ao lado de países como Noruega, Finlândia, Dinamarca e Suécia, mas, em contrapartida, está infinitamente distante de tais nações no quesito IDH, que utiliza como critério de classificação a qualidade de vida e renda per capita da população.

Pensando em tais comparações, a Folha Informativa decidiu listar para você o valor dos impostos pagos nos produtos mais comuns do dia a dia do brasileiro. Confina na lista abaixo:

Tributos no Brasil
  • Medicamentos      36%
  • Motocicleta de até 125 cc                      44,40%
  • Luz.                   45,81%
  • Telefone            47,87%
  • Motocicleta acima de 125 cc               49,78%
  • Gasolina            57,03%
  • Cigarro              81,68%
PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS
  • Carne bovina       18,63%
  • Frango                 17,91%
  • Peixe                   18,02%
  • Sal                       29,48%
  • Trigo                    34,47%
  • Arroz                    18,00%
  • Óleo de soja        37,18%
  • Farinha                34,47%
  • Feijão                  18,00%
  • Açúcar                40,40%
  • Leite                    33,63%
  • Café                    36,52%
  • Macarrão            35,20%
  • Margarina            37,18%
  • Molho tomate      36,66%
  • Ervilha                 35,86%
  • Milho Verde         37,37%
  • Biscoito               38,50%
  • Chocolate            32,00%
  • Achocolatado      37,84%
  • Ovos                    21,79%
  • Frutas                  22,98%
  • Álcool                  43,28%
  • Detergente           40,50%
  • Saponáceo          40,50%
  • Sabão em barra  40,50%
  • Sabão em pó      42,27%
  • Desinfetante        37,84%
  • Água sanitária     37,84%
  • Esponja de aço   44,35%

PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE
  • Sabonete                 42%
  • Xampu                 52,35%
  • Condicionador    47,01%
  • Desodorante       47,25%
  • Aparelho barbear41,98%
  • Papel Higiênico   40,50%
  • Pasta de Dente   42,00%
MATERIAL ESCOLAR
  • Caneta                48,69%
  • Lápis                   36,19%
  • Borracha             44,39%
  • Estojo                  41,53%
  • Pastas plásticas  41,17%
  • Agenda                44,39%
  • Papel sulfite         38,97%
  • Livros                   13,18%
  • Papel                   38,97%
  • Agenda                44,39%
  • Mochilas              40,82%
  • Régua                  45,85%
  • Pincel                  36,90%
  • Tinta plástica      37,42%
BEBIDAS
  • Refresco em pó   38,32%
  • Suco                    37,84%
  • Água                    45,11%
  • Cerveja                56,00%
  • Cachaça              83,07%
  • Refrigerante        47,00%
LOUÇAS
  • Pratos                  44,76%
  • Copos                  45,60%
  • Garrafa térmica   43,16%
  • Talheres               42,70%
  • Panelas                44,47%
PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO
  • Toalhas                36,33%
  • Lençol                  37,51%
  • Travesseiro          36,00%
  • Cobertor              37,42%
ELETRODOMÉSTICOS
  • Sapatos               37,37%
  • Roupas                37,84%
  • Aparelho de som 38,00%
  • Computador        38,00%
  • Fogão                  39,50%
  • Telefone Celular   41,00%
  • Ventilador            43,16%
  • Liquidificador      43,64%
  • Batedeira             43,64%
  • Ferro de Passar   44,35%
  • Refrigerador        47,06%
  • Microondas         56,99%
OUTROS PRODUTOS
  • Fertilizantes         27,07%
  • Tijolo                    34,23%
  • Telha                    34,47%
  • Móveis                 37,56%
  • Vaso sanitário      44,11%
  • Tinta                    45,77%
  • Casa popular       49,02%
  • CD                       47,25%
  • DVD                     51,59%
  • Brinquedos          41,98%
Fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário
Além dos impostos sobre produtos e serviços, ainda existem:

- De 15% a 27,5% sobre salário a título de Imposto de Renda

- IPVA,

- IPTU,

- INSS,

- FGTS

- ETC.

A porcentagem podem variar de estado para estado, e todos os valores estão descritos dentro de uma média nacional.
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O BB permanecerá com uma das maiores redes de atendimento do Estado, com 283 agências e 152 postos de atendimento


O Banco do Brasil (BB)  fechará 12 agências na Bahia e transformará outras 33 em postos de atendimento digital. A informação foi confirmada pelo ao Correio24horas, nesta segunda-feira (21), quando o banco realiza uma entrevista coletiva anunciando um plano de reestruturação da instituição que reduzirá em todo país o número de agências e oferecerá um plano de aposentadoria incentivada para até 18 mil funcionários.

Na Bahia, o banco tem  447 unidades de atendimento, sendo 328 agências e 119 postos de atendimento. Com a reorganização, 12 agências serão encerradas e 33 agências serão transformadas em postos de atendimento. O banco ainda não informou quais serão as agências fechadas. “O BB permanecerá com uma das maiores redes de atendimento do Estado, com 283 agências e 152 postos de atendimento”, disse o banco, em nota, enviada ao Correio24horas. Além disso, o BB possui 5206 funcionários e 1003 fazem parte do público potencial do Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada, que prevê adesão voluntária dos funcionários. Com isso, a redução no quadro de funcionários do banco pode ser reduzido em até 19%.

Segundo comunicado ao mercado divulgado no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o BB fechará 402 agências em todo o País e transformará outras 379 em postos de atendimento ao longo do próximo ano. A economia anual com o enxugamento da estrutura é estimada pelo BB em R$ 750 milhões, sendo R$ 450 milhões da nova estrutura organizacional e R$ 300 milhões de redução de gastos com transporte de valores, segurança, locação e condomínios, manutenção de imóveis, entre outras despesas. Atualmente, o BB conta com 5.430 agências e 1.791 postos de atendimento.

Reorganização do Banco do Brasil

Rede de atendimento atual na Bahia

328 agências

119 postos de atendimento.

447 unidades de atendimento no total

Reorganização na Bahia

12 agências serão encerradas

33 agências serão transformadas em postos de atendimento.

Rede de atendimento após a reorganização

283 agências

152 postos de atendimento

435 unidades de atendimento no total

Fonte: Correio
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Se as promoções estiverem boas, não necessariamente as pessoas devem sair comprando


A data oficial é 25 de novembro, mas diversas lojas já estão com ofertas desde o começo do mês. Nessa Black Friday, as empresas querem garantir as vendas, o que é ótimo para o consumidor. O problema está no risco de comprar por impulso, e até mesmo se endividar, por isso é importante fazer um planejamento de compras.

Se as promoções estiverem boas, não necessariamente as pessoas devem sair comprando. É vantajoso levar algo que já esteja planejado e com um preço bacana, mas comprar sem necessidade só porque o desconto é bom, não é o ideal, pois a pessoa estaria gastando com algo que não objetiva realmente.

As promoções prometem ser interessantes, diferente de outros anos quando muitas lojas do país prometeram grandes descontos, mas elevaram os preços um dia antes para depois fazer falsas promoções. Isso até pode ocorrer, mas muito menos esse ano, já que o consumidor também está mais atento ao uso do seu dinheiro, por conta da crise que atravessamos.

Assim, veja produtos que já queira comprar e que já esteja em seu orçamento, para fazer uma pesquisa com antecedência. Lembre-se, é uma ótima oportunidade para quem já sabe o que quer comprar para o Natal e pode antecipar esta compra. Mas, cuidado, para que os impulsos das promoções não se transformem em dívidas.

Comprar adequadamente e com bons descontos é um dos principais segredos da educação financeira e da arte de poupar. E para quem já se planejou e quer encarar uma maratona de compras é importante considerar algumas orientações. A principal  é que uma dose extra de paciência é fundamental, pois estresse e a pressa levam ao impulso de adquirir produtos sem pesquisar e pagar mais caro.

Veja cuidados que devem ser tomados para economizar ao comprar na Black Friday:
1) Não compre se para isso precisar se endividar. Parcelamento também é uma forma de dívida. Se for inevitável, tenha certeza de que cabe no orçamento.

2) Analise se a compra não trará custos extras para a família ou para a pessoa posteriormente.

3) Se antecipe à Black Friday, pesquisando os preços dos produtos que deseja comprar para ver se os descontos que darão realmente são interessantes.

4) Faça uma lista detalhada de tudo que pretende comprar e quem deseja presentear e quanto pretende gastar com cada um.

5) Se estiver em situação financeira problemática, e quiser adiantar as compras de Natal, uma dica é priorizar as crianças. Será mais fácil explicar para os adultos o jovens o motivo de não receberem presentes.

6) Utilize a internet como meio de pesquisa, mas cuidado, só acesse e compre em sites confiáveis, crimes digitais são cada vez mais comuns.

7) Se prepare para ir às compras nas lojas com tempo e dose extra de paciência, evitando que deseje comprar rapidamente para acabar com o “martírio”.

8) Procure, por meio de conversas, saber quais são os reais desejos das pessoas. Muitas vezes se compra coisas caras, sendo que presentes baratos seriam muito mais bem-vindos.

Fonte: Ibahia
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A Ford irá reabrir o terceiro turno da produção de veículos a partir de fevereiro de 2017.

A fábrica que está localizada em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), divulgou comunicado com a informação nesta sexta-feira (11). 

Pátio da Ford em Camaçari

O período de operações foi suspenso em março, com a justificativa da crise no mercado automotivo no Brasil. Apesar do cenário econômico desafiador, o presidente da montadora na América do Sul, Lyle Watters, acredita que a aposto no terceiro turno é um sinal da competitividade da empresa no mercado. A unidade da montadora no Estado tem capacidade de produção de até 250 mil veículos por ano.

do BAHIA NOTÍCIAS

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Já o preço médio do diesel recuou, segundo levantamento semanal. Petrobras anunciou na terça-feira nova redução de preços nas refinarias.


 Os preços médios da gasolina nos postos do país voltaram a subir nesta semana mesmo depois do novo anúncio da Petrobras de redução de preços nas refinarias, aponta levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A estatal anunciou na terça-feira (8) queda de 10,4% no preço do diesel e de 3,1% no preço da gasolina.

Na semana encerrada nesta sexta-feira (11), o preço médio da gasolina no país foi de R$ 3,681 o litro ante o valor médio de R$ 3,676 registrado na semana anterior. Trata-se da segunda semana consecutiva de alta. O preço desta semana ficou também acima das médias anteriores ao primeiro anúncio de redução de preços nas refinarias, no dia 14 de outubro. (Veja no fim do texto a evolução dos preços nas últimas semanas)

 Os donos dos postos de combustível têm justificado o resultado pela alta do preço do álcool anidro, que entra na composição da gasolina com o percentual de 27%.

Segundo os dados da ANP, o preço médio do etanol tem seguido uma escalada de alta desde setembro. Nesta semana, o preço médio do litro de etanol ficou em R$ 2,814 ante R$ 2,8 na semana anterior. Na última semana de setembro, estava em R$ 2,554.

 Os preços do etanol hidratado nos postos subiram em 17 estados nesta semana, segundo a ANP. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a alta acumulada no mês chega a 10,65%, a maior em todo o país.

Já o preço do diesel caiu nesta semana – primeira queda em 4 semanas. De acordo com o levantamento da ANP, o preço médio ficou em R$ 3,005 ante R$ 3,009 na semana anterior.

A ANP monitora semanalmente os preços da gasolina, etanol e diesel em todo o país. Na pesquisa para o período entre 6 e 12 de novembro, os pesquisadores coletaram dados sobre gasolina em 5.682 postos do país. Os dados sobre etanol e diesel foram coletados em 5.178 e 3.608 postos, respectivamente.

Petrobras anunciou na terça-feira nova redução de preços nas refinarias.

Os preços médios da gasolina nos postos do país voltaram a subir nesta semana mesmo depois do novo anúncio da Petrobras de redução de preços nas refinarias, aponta levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A estatal anunciou na terça-feira (8) queda de 10,4% no preço do diesel e de 3,1% no preço da gasolina.

Na semana encerrada nesta sexta-feira (11), o preço médio da gasolina no país foi de R$ 3,681 o litro ante o valor médio de R$ 3,676 registrado na semana anterior. Trata-se da segunda semana consecutiva de alta. O preço desta semana ficou também acima das médias anteriores ao primeiro anúncio de redução de preços nas refinarias, no dia 14 de outubro. (Veja no fim do texto a evolução dos preços nas últimas semanas)
saiba mais

    Petrobras anuncia nova redução no preço da gasolina e do diesel nas refinarias
    Petrobras adota nova política de preços para combustíveis
    O que define o preço da gasolina no Brasil?

Os donos dos postos de combustível têm justificado o resultado pela alta do preço do álcool anidro, que entra na composição da gasolina com o percentual de 27%.

Segundo os dados da ANP, o preço médio do etanol tem seguido uma escalada de alta desde setembro. Nesta semana, o preço médio do litro de etanol ficou em R$ 2,814 ante R$ 2,8 na semana anterior. Na última semana de setembro, estava em R$ 2,554.

Os preços do etanol hidratado nos postos subiram em 17 estados nesta semana, segundo a ANP. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a alta acumulada no mês chega a 10,65%, a maior em todo o país.

Já o preço do diesel caiu nesta semana – primeira queda em 4 semanas. De acordo com o levantamento da ANP, o preço médio ficou em R$ 3,005 ante R$ 3,009 na semana anterior.

A ANP monitora semanalmente os preços da gasolina, etanol e diesel em todo o país. Na pesquisa para o período entre 6 e 12 de novembro, os pesquisadores coletaram dados sobre gasolina em 5.682 postos do país. Os dados sobre etanol e diesel foram coletados em 5.178 e 3.608 postos, respectivamente.

Petrobras estimou queda de R$ 0,05 na gasolina
Segundo a Petrobras, se a nova redução anunciada na terça-feira for integralmente repassada nas bombas ao consumidor final, o preço do diesel pode cair 6,6%, ou cerca de R$ 0,20 por litro. Já o efeito sobre os preços da gasolina seria de queda de 1,3% ou R$ 0,05 por litro.

A empresa, no entanto, destacou que a queda do preço para o consumidor final não é direta, e "dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de petróleo, especialmente distribuidoras e postos de combustíveis".

Em entrevista à Globonews, o presidente do sindicato dos postos de São Paulo, José Alberto Gouveia, estimou que a queda no preço do litro da gasolina no estado deverá ser de até R$ 0,04 nos próximos dias.

 A Petrobras informou que pela nova política de preços adotada pela empresa, os preços dos combustíveis nas refinarias serão revisados "pelo menos uma vez por mês".

Em teleconferência com investidores nesta sexta-feira, o diretor de Refino e Gás Natural, Jorge Celestino explicou que a Petrobras pode fazer mais de um ajuste de preços de combustíveis em um período de um mês, dependendo da volatilidade de variáveis como preço do petróleo e câmbio, segundo a Reuters.

Evolução dos preços nas últimas semanas:

Etanol
25/09/2016 a 01/10/2016: R$ 2,554
02/10/2016 a 08/10/2016: R$ 2,590
09/10/2016 a 15/10/2016: R$ 2,633
16/10/2016 a 22/10/2016: R$ 2,684
23/10/2016 a 29/10/2016: R$ 2,760
30/10/2016 a 05/11/2016: R$ 2,800
06/11/2016 a 12/11/2016: R$ 2,814

Gasolina

25/09/2016 a 01/10/2016: R$ 3,650
02/10/2016 a 08/10/2016: R$ 3,653
09/10/2016 a 15/10/2016: R$ 3,654
16/10/2016 a 22/10/2016: R$ 3,671
23/10/2016 a 29/10/2016: R$ 3,669
30/10/2016 a 05/11/2016: R$ 3,676
06/11/2016 a 12/11/2016: R$ 3,681

Diesel
25/09/2016 a 01/10/2016: R$ 3,006
02/10/2016 a 08/10/2016: R$ 3,014
09/10/2016 a 15/10/2016: R$ 3,002
16/10/2016 a 22/10/2016: R$ 3,005
23/10/2016 a 29/10/2016: R$ 3,008
30/10/2016 a 05/11/2016: R$ 3,009
06/11/2016 a 12/11/2016: R$ 3,005
Fonte: G1
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Foto: Divulgação
O custo da cesta básica está menor em 14 das 27 capitais brasileiras. Entre as cidades que tiveram quedas mais expressivas estão Brasília (-5,44%), Teresina (-1,77%), Palmas (-1,76%) e Salvador (-1,66%). Houve alta em 13 capitais, sendo Florianópolis (5,85%), Vitória (3,19%), Porto Velho (2,18%) e Maceió (2,12%) os destaques.

De acordo com a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 478,07), seguida de Florianópolis (R$ 475,32) e São Paulo (R$ 469,55). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 366,90) e Recife (R$ 373,66).

Entre janeiro e outubro deste ano, todas as cidades acumularam alta, sendo as mais relevantes em Maceió (24,25%), Aracaju (23,69%), Rio Branco (21,99%) e Fortaleza (21,21%). Os menores aumentos ocorreram em Brasília (9,58%), Curitiba (10,52%) e Macapá (10,99%).

Entre os tipos de alimento, houve alta no preço da carne bovina de primeira, da manteiga, do açúcar, do tomate e do café em pó. O feijão e o leite tiveram o valor reduzido na maior parte das cidades.

Segundo o estudo, o salário mínimo ideal para a manutenção de uma família de quatro pessoas em outubro deveria ser R$ 4.016,27, ou 4,56 vezes o mínimo vigente de R$ 880. Em setembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 4.013,08.

Da Agência Brasil
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Atualmente o País acumula resultados negativos no mercado de trabalho


No decorrer do próximo ano, a criação de empregos deve ser retomada, afirmou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista divulgada nesta terça-feira (1), pelo Portal Brasil, página do governo federal na internet. “Estamos trabalhando intensamente para o Brasil voltar a criar empregos”, disse. Hoje, o País acumula resultados negativos no mercado de trabalho.

Só de vagas formais já foram extintas 1,6 milhão nos últimos 12 meses até setembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo Meirelles, a retomada no mercado de trabalho será “crescente”. “Nós esperamos que daqui a um ano o ambiente no País já seja outro e todos estejam confiantes, não só na manutenção do próprio emprego, mas também na obtenção de um emprego melhor”, afirmou o ministro em entrevista ao portal do governo.

A principal razão para a recessão da economia brasileira, disse Meirelles, é o crescimento excessivo dos gastos públicos nos últimos anos. Nesse sentido, o ministro destacou que a criação de um teto para os gastos públicos é uma “mudança fundamental”. “Estamos reformando o Brasil para a economia voltar a crescer”, disse Meirelles. “No momento em que eliminamos esse problema (do crescimento de gastos), haverá mais recursos disponíveis para consumo e investimento e, portanto, para o crescimento da economia”, afirmou.

Estadão Conteúdo
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Salários chegam a R$ 33,7 mil na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Seis órgãos abrem inscrições para 310 vagas nesta segunda (31).


Pelo menos 125 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (31) e reúnem 15.824 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 33.762 na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.

Entre os órgãos com inscrições abertas estão o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo (TRE-SP), com 14 vagas e cadastro para cargos de nível médio e superior e salário de até R$ 9.736,27; a Marinha, com 450 vagas de nível superior e salário de até R$ 8 mil; a Transpetro, com 1.551 vagas de nível superior, salário de até R$ 10,8 mil e que fecha o prazo de inscrições nesta segunda; e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), com 44 vagas e salário de até R$ 33.762,00.

Os seis órgãos que abrem inscrições nesta segunda são os seguintes:

Câmara Municipal de Pereiras (SP)

A Câmara Municipal de Pereiras (SP) fará concurso para 2 vagas em cargos de níveis médio e superior. Os salários são de R$ 1.500 a R$ 3.500, respectivamente. As inscrições estarão abertas de 31 de outubro a 6 de novembro pelo site www.concursos.planexcon.com.br. A prova objetiva será aplicada em 4 de dezembro (veja o edital no site da organizadora).

Câmara Municipal de São João Batista da Glória (MG)

A Câmara Municipal de São João Batista da Glória (MG) fará concurso para 6 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior. As remunerações vão de R$ 925 a R$ 3.800. As inscrições podem ser feitas de 31 de outubro a 26 de novembro pelo site www.magnusconcursos.com.br. As provas objetivas serão aplicadas no dia 4 de dezembro. O concurso terá validade de dois anos e poderá ser prorrogado pelo mesmo período (veja o edital no site da organizadora).

Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor)

A Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), no Ceará, divulgou edital de processo seletivo para 148 vagas em cargos de nível médio. Os salários variam de R$ 943,38 a R$ 1.388,25. Os candidatos podem se inscrever pelo site www.uece.br/cev no período de 31 de outubro a 14 de novembro. A seleção será feita por meio de prova objetiva, avaliação de títulos, avaliação médica e psicológica. O processo terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogado por igual período (veja o edital no site da organizadora).

Prefeitura de Manhumirim (MG)

A Prefeitura de Manhumirim (MG) vai abrir concurso público para 154 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão de R$ 12,75 por hora-aula a R$ 1.534,56. As inscrições estarão abertas de 31 de outubro a 7 de dezembro pelo site www.idecan.org.br. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, que será aplicada em 15 de janeiro de 2017 (veja o edital no site da organizadora).

Prefeitura de Pederneiras (SP)

A Prefeitura de Pederneiras (SP) divulgou edital de processo seletivo para formação de cadastro de reserva de professores. O salário é de R$ 1.845,50. As inscrições devem ser feitas pelo site www.bigadvice.com.br no período de 31 de outubro a 15 de novembro. A prova objetiva será aplicada em 4 de dezembro (veja o edital no site da organizadora).

Prefeitura de Petrolândia (SC)

A Prefeitura de Petrolândia (SC) vai abrir dois processos seletivos para vagas temporárias em cargos de níveis médio e superior. Os salários não foram informados. Os candidatos podem se inscrever de 31 de outubro a 29 de novembro pelo site http://click.listaeditais.com.br. A prova objetiva será no dia 11 de dezembro. Ainda haverá avaliação de títulos e de tempo de serviço, de acordo com o cargo (veja os editais no site da organizadora).

Com informações do G1
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Asegunda etapa do Leilão de Transmissão Nº 13/2015 foi concluída com sucesso pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O certame negociou 21 lotes de empreendimentos localizados nos seguintes estados: Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte.

A licitação, realizada nesta sexta-feira (28/10) na BM&FBOVESPA em São Paulo, propiciou a contratação de 6126 km de linhas de transmissão e 6 mil mega-volt-amperes (MVA) de potência de subestações. Com o resultado positivo do certame haverá investimentos em torno de R$ 11,6 bilhões em transmissão.

O leilão apresentou deságio médio de 12,07% ao preço inicial ofertado. Isso significa que a receita dos empreendedores para exploração dos investimentos ficará menor que o previsto inicialmente, contribuindo para modicidade tarifária de energia. A Receita Anual Permitida* contratada ficou em R$ 2,1 bilhões. A negociação das linhas propiciará a geração de 25.658 empregos.

Entre as redes contratadas, está a de Rio das Éguas (subestação próxima ao Rosário) até Barreiras, com valor de R$77,8 milhões e a de Buritirama a Barreiras, com valor de R$70,5 milhões. As duas linhas de transmissão terão capacidade de 500 Kv.

Jornal OExpresso